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Número de contratos com fiador na região cai; caução cresce

Orlando Filho/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Documentos assinados com fiador ainda são maioria entre as sete cidades


Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

03/05/2014 | 07:00


 Quem ainda não possui verba suficiente para financiar a casa própria tem como opção recorrer ao aluguel. Mas para isso é preciso assinar contrato e dar garantias à imobiliária, por meio do fiador, seguro-fiança ou caução. O fiador ainda é a forma predominante dos contratos residenciais, por ser a única opção gratuita para os inquilinos. No entanto, entre 2008 e este ano, no Grande ABC, o volume de documentos assinados com fiador passou de 72% para 57%, queda de 26 pontos percentuais. O levantamento feito pela Lello – administradora imobiliária –, com exclusividade, a pedido do Diário, apontou ainda que os contratos feitos com caução cresceram na região, passando de 4% para 20%.

“A cada dia as pessoas ficam mais constrangidas em pedir para algum parente ou amigo ser fiador do imóvel. Em contrapartida, a forma caução gera vantagens, já que consiste em depósito em poupança de três meses de aluguel. Caso não haja débitos no fim do contrato, o locatário recebe o valor integral corrigido pela poupança”, explica o delegado regional do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis), Alvarino Lemes.

O seguro-fiança também caiu nas sete cidades. Em 2008, 20% dos contratos eram feitos com esse tipo de garantia. Neste ano, o volume passou para 18%. A diretora da Lello Imóveis, Roseli Hernandes explica que esse modelo é feito pelas seguradoras e que precisam ser renovadas anualmente. “O preço varia muito, depende do perfil do locatário e das coberturas que são agregadas ao contrato. Mas, em geral, gasta-se o valor de um mês e meio de aluguel.”

Para Lemes, a desvantagem do seguro é que o dinheiro é perdido. “É como seguro de carro, não há retorno. Diferente da caução, que o inquilino recebe o valor corrigido se não houver pendências.” O restante dos contratos na região é baseado em outras garantias, como títulos de capitalização.

CAPITAL - De acordo com o levantamento da Lello, na Capital paulista, os contratos de locação com fiador há dez anos representavam 73% do total e no ano passado esse índice foi de 60%. Já o seguro-fiança, que em 2004 representava 9% do total de contratos, respondeu em 2013 por 26%.

A caução (depósito de três aluguéis) representou 13% dos contratos em 2004 e 9% em 2013.



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