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Prefeitos do Grande ABC perdem quatro integrantes do 1º escalão para a eleição

Montagem Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Chefes de secretarias e autarquias da região pedem demissão visando o pleito de outubro


Júnior Carvalho
Especial para o Diário

08/04/2014 | 06:36


Com o fim do prazo para que agentes públicos deixassem seus cargos caso pretendessem disputar o pleito de outubro, apenas quatro dos 152 integrantes do primeiro escalão das prefeituras do Grande ABC pediram demissão. O limite para a desincompatibilização expirou no sábado.

A primeira a entregar o posto foi a vice-prefeita de Diadema, Silvana Guarnieri (PTB), que acumulava a função de secretária de Assistência Social do governo Lauro Michels (PV). A petebista é pré-candidata a deputada federal e se desligou da Pasta em fevereiro, dois meses antes do calendário estipulado pela Legislação Eleitoral. Ela não precisa deixar o posto de número dois do Paço. Ex-secretária de Educação em São Bernardo, Neide Felicidade substituiu a petebista.

Ainda em Diadema, o vereador licenciado Márcio da Farmácia (PV) deixou o cargo de secretário de Obras na quinta-feira depois de ser confirmado como futuro pleiteante ao posto de deputado federal. Então diretor-presidente da extinta Saned (Companhia de Saneamento de Diadema), Elbio Camillo Júnior vai substituí-lo. A pré-candidatura de Márcio enterrou o projeto do secretário de Educação, Marcos Michels (PV), em também buscar assento em Brasília.

As duas últimas trocas de secretários motivadas pelas eleições a deputado estadual deste ano foram registradas em Mauá: Atila Jacomussi (PCdoB) e Paulo Eugenio Pereira Júnior (PT) deixaram seus postos de superintendente da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá) e secretário de Mobilidade Urbana, respectivamente. O primeiro foi substituído por Paulo Sérgio e o segundo por Azor Albuquerque.

Outros nomes que estudavam ser candidatos desistiram ou não conseguiram viabilizar-se em seus partidos. Chefe da Pasta de Relações Internacionais da Prefeitura de São Bernardo, Tunico Vieira (PMDB) articulava buscar cadeira na Assembleia Legislativa, mas abriu mão da empreitada para seguir no governo Luiz Marinho (PT).

A Lei Complementar 64/1990 diz que, além dos secretários, os ministros, diretores e superintendentes de empresas públicas também devem se afastar dos cargos seis meses antes do pleito. As candidaturas, porém, só serão confirmadas em junho, quando os partidos realizarão suas convenções partidárias.

Em âmbito estadual, os secretários Rodrigo Garcia (DEM-Desenvolvimento Econômico), José Anibal (PSDB-Energia), Silvio Torres (PSDB-Habitação), Davi Zaia (PPS-Gestão Pública), Bruno Covas (PSDB-Meio Ambiente) e Edson Giriboni (PV-Recursos Hídricos) deixaram o governo Geraldo Alckmin (PSDB) para disputar vagas na Assembleia e na Câmara Federal.

Já a presidente Dilma Rousseff (PT) exonerou recentemente as ministras petistas Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Maria do Rosário (Direitos Humanos). A primeira concorrerá ao governo do Paraná e a segunda tentará renovar o mandato – do qual estava licenciada – no Congresso Nacional.



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Prefeitos do Grande ABC perdem quatro integrantes do 1º escalão para a eleição

Chefes de secretarias e autarquias da região pedem demissão visando o pleito de outubro

Júnior Carvalho
Especial para o Diário

08/04/2014 | 06:36


Com o fim do prazo para que agentes públicos deixassem seus cargos caso pretendessem disputar o pleito de outubro, apenas quatro dos 152 integrantes do primeiro escalão das prefeituras do Grande ABC pediram demissão. O limite para a desincompatibilização expirou no sábado.

A primeira a entregar o posto foi a vice-prefeita de Diadema, Silvana Guarnieri (PTB), que acumulava a função de secretária de Assistência Social do governo Lauro Michels (PV). A petebista é pré-candidata a deputada federal e se desligou da Pasta em fevereiro, dois meses antes do calendário estipulado pela Legislação Eleitoral. Ela não precisa deixar o posto de número dois do Paço. Ex-secretária de Educação em São Bernardo, Neide Felicidade substituiu a petebista.

Ainda em Diadema, o vereador licenciado Márcio da Farmácia (PV) deixou o cargo de secretário de Obras na quinta-feira depois de ser confirmado como futuro pleiteante ao posto de deputado federal. Então diretor-presidente da extinta Saned (Companhia de Saneamento de Diadema), Elbio Camillo Júnior vai substituí-lo. A pré-candidatura de Márcio enterrou o projeto do secretário de Educação, Marcos Michels (PV), em também buscar assento em Brasília.

As duas últimas trocas de secretários motivadas pelas eleições a deputado estadual deste ano foram registradas em Mauá: Atila Jacomussi (PCdoB) e Paulo Eugenio Pereira Júnior (PT) deixaram seus postos de superintendente da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá) e secretário de Mobilidade Urbana, respectivamente. O primeiro foi substituído por Paulo Sérgio e o segundo por Azor Albuquerque.

Outros nomes que estudavam ser candidatos desistiram ou não conseguiram viabilizar-se em seus partidos. Chefe da Pasta de Relações Internacionais da Prefeitura de São Bernardo, Tunico Vieira (PMDB) articulava buscar cadeira na Assembleia Legislativa, mas abriu mão da empreitada para seguir no governo Luiz Marinho (PT).

A Lei Complementar 64/1990 diz que, além dos secretários, os ministros, diretores e superintendentes de empresas públicas também devem se afastar dos cargos seis meses antes do pleito. As candidaturas, porém, só serão confirmadas em junho, quando os partidos realizarão suas convenções partidárias.

Em âmbito estadual, os secretários Rodrigo Garcia (DEM-Desenvolvimento Econômico), José Anibal (PSDB-Energia), Silvio Torres (PSDB-Habitação), Davi Zaia (PPS-Gestão Pública), Bruno Covas (PSDB-Meio Ambiente) e Edson Giriboni (PV-Recursos Hídricos) deixaram o governo Geraldo Alckmin (PSDB) para disputar vagas na Assembleia e na Câmara Federal.

Já a presidente Dilma Rousseff (PT) exonerou recentemente as ministras petistas Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Maria do Rosário (Direitos Humanos). A primeira concorrerá ao governo do Paraná e a segunda tentará renovar o mandato – do qual estava licenciada – no Congresso Nacional.

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