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Camisa Vermelha e Branca exalta Salvador Arena

Ricardo Trida/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Agremiação do Jardim Campestre prestará homenagem ao fundador da Termomecânica


Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

28/02/2014 | 07:00


O desfile da escola de samba Camisa Vermelha e Branca deste ano será uma homenagem ao empresário Salvador Arena, engenheiro civil fundador da Termomecânica, em São Bernardo. A principal dificuldade é organizar uma apresentação de elite com verba menor. Isso porque a agremiação foi a pior colocada em 2013 e só não caiu para o Grupo 2 após recorrer da decisão.No entanto, recebeu subvenção equivalente às escolas do segundo grupo.

Apesar do otimismo e entusiasmo da comunidade do Jardim Campestre, o presidente da agremiação há seis anos, Marcelo Silva de Verçosa, considera que a escola está “patinando” em consequência da falta de verba e que neste ano fará um Carnaval caseiro. A alternativa tem sido o reaproveitamento de produtos e economia na compra de materiais para as fantasias e alegorias. “Recebemos R$ 25 mil, enquanto as demais escolas do Grupo 1 receberam R$ 45 mil e já gastamos R$ 60 mil sem ter”, lamenta.

Os cerca de 340 componentes desfilarão em 12 alas e três carros alegóricos sob o enredo São Bernardo, Arena de um Homem Chamado Salvador. A apresentação mostrará desde a infância do italiano naturalizado brasileiro Salvador Arena até as inovações no setor industrial brasileiro, preocupação do empresário com os funcionários da fábrica e ainda a criação de uma fundação que leva o seu nome.

Polêmica

A escola caiu para o segundo grupo na apuração do Carnaval do ano passado ao ser penalizada por desfilar com menos de 300 componentes, no entanto, foi beneficiada em julgamento na Superliga das Escolas de Samba da cidade e permaneceu entre as agremiações de elite. “Pedimos a recontagem dos integrantes porque foi um erro da organização”, justifica o presidente.

Esta é a segunda vez que a Camisa Vermelha e Branca é envolvida em situação em que há polêmica no Carnaval na cidade. Em 2010, a escola foi a segunda colocada do grupo 2, no entanto, suposto erro de digitação no regulamento da festa permitiu que duas agremiações voltassem à elite em vez de uma só. Com isso, a escola foi beneficiada.

Verçosa destaca que a Camisa não pode ser punida por erros da organização. “A Camisa é uma escola tradicional e a que mais tem títulos conquistados na cidade”, destaca.



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Camisa Vermelha e Branca exalta Salvador Arena

Agremiação do Jardim Campestre prestará homenagem ao fundador da Termomecânica

Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

28/02/2014 | 07:00


O desfile da escola de samba Camisa Vermelha e Branca deste ano será uma homenagem ao empresário Salvador Arena, engenheiro civil fundador da Termomecânica, em São Bernardo. A principal dificuldade é organizar uma apresentação de elite com verba menor. Isso porque a agremiação foi a pior colocada em 2013 e só não caiu para o Grupo 2 após recorrer da decisão.No entanto, recebeu subvenção equivalente às escolas do segundo grupo.

Apesar do otimismo e entusiasmo da comunidade do Jardim Campestre, o presidente da agremiação há seis anos, Marcelo Silva de Verçosa, considera que a escola está “patinando” em consequência da falta de verba e que neste ano fará um Carnaval caseiro. A alternativa tem sido o reaproveitamento de produtos e economia na compra de materiais para as fantasias e alegorias. “Recebemos R$ 25 mil, enquanto as demais escolas do Grupo 1 receberam R$ 45 mil e já gastamos R$ 60 mil sem ter”, lamenta.

Os cerca de 340 componentes desfilarão em 12 alas e três carros alegóricos sob o enredo São Bernardo, Arena de um Homem Chamado Salvador. A apresentação mostrará desde a infância do italiano naturalizado brasileiro Salvador Arena até as inovações no setor industrial brasileiro, preocupação do empresário com os funcionários da fábrica e ainda a criação de uma fundação que leva o seu nome.

Polêmica

A escola caiu para o segundo grupo na apuração do Carnaval do ano passado ao ser penalizada por desfilar com menos de 300 componentes, no entanto, foi beneficiada em julgamento na Superliga das Escolas de Samba da cidade e permaneceu entre as agremiações de elite. “Pedimos a recontagem dos integrantes porque foi um erro da organização”, justifica o presidente.

Esta é a segunda vez que a Camisa Vermelha e Branca é envolvida em situação em que há polêmica no Carnaval na cidade. Em 2010, a escola foi a segunda colocada do grupo 2, no entanto, suposto erro de digitação no regulamento da festa permitiu que duas agremiações voltassem à elite em vez de uma só. Com isso, a escola foi beneficiada.

Verçosa destaca que a Camisa não pode ser punida por erros da organização. “A Camisa é uma escola tradicional e a que mais tem títulos conquistados na cidade”, destaca.

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