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Telas que tentam traduzir
os sentimentos da vida

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Artista plástica paulistana abre exposição na
sexta-feira em Nova York, nos Estados Unidos


Luís Felipe Soares

27/02/2014 | 07:00


Os momentos de descobertas da infância são o ponto alto na vida de uma criança, que experimenta a vida pela primeira vez. De olho nesse tipo de sentimento e recordando o tempo em que trabalhava como professora de Educação Artística, a paulistana Elisa Carreno, 25 anos, começou a ter ideias para suas telas. “Sempre fui fascinada pela forma como as crianças são criativas, exploradoras e interpretam o mundo de um jeito bem mais divertido que os adultos”, explica.

A artista plástica também aproveitou a nova vida morando em Nova York, nos Estados Unidos, há quase dois anos para utilizar essa etapa de renascimento pessoal como inspiração. “Deixei para trás uma vida paulistana extremamente estressante para morar nesta cidade artística e cultural. Aqui, me redescobri mais ‘brincalhona’, conheci pessoas que levam a vida de uma maneira totalmente diferente daquelas com as quais eu estava acostumada. Foi como se eu fosse criança novamente e estivesse num processo de reaprendizagem”, afirma Elisa, de família andreense.

Toda essa pesquisa e mescla de sentimentos foram levadas para o universo da pintura na exposição Playday, que abre amanhã no centro comunitário Cidadão Global – Brazilian Community Center, em Nova York (www.cidadaoglobal.org). Esta é a segunda mostra internacional assinada por ela. A primeira foi Energy, que teve suas fotos espalhadas pela Spanish American Institute, na Times Square, em 2012.

Na nova série, Elisa trabalha com tinta acrílica, nanquim, esmalte e colagens para explorar sentimentos diversos que surgem em diferentes fases da vida, casos da inocência da infância, a paixão da juventude e a nostalgia dos mais velhos. Não há padrões ou cenários contemplativos. O objetivo é que as telas funcionem como reflexo do que pode se passar dentro da mente e do coração do ser humano. “Exploro esses sentimentos de maneira abstrata, materializando-os através de cores, texturas e símbolos”, diz a artista, ressaltando que as obras misturam emoções pessoais e de pessoas com quem teve contato.

Segundo a paulistana, a mudança de país trouxe outro ânimo para seu trabalho. “Minha vinda para Nova York foi significativa para a criação da série, pois sua grande diversidade étnica e de valores abriu meus olhos para o novo, para o que eu não concebia na rotina que tinha no Brasil. Hoje, moro no Brooklyn, uma região extremamente inspiradora, artística e formada pela mistura de muitas culturas. Ver novos pontos de vista e outros tipos de artes me influenciou bastante, além da bagagem cultural que trouxe do Brasil.” Uma das maiores brincadeiras da vida é se encontrar com o mundo – seja o interior ou exterior. 



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