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Professores pedem apoio de reitoria em negociação

Orlando Filho/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

08/08/2012 | 07:00


Em assembleia realizada ontem, docentes da UFABC (Universidade Federal do ABC) aprovaram o início de outra linha de ação na greve nacional que já dura 82 dias. Além de decidirem pela continuidade da paralisação, que atinge 57 das 59 instituições de Ensino Superior federais do País, os educadores pedirão apoio de parlamentares, reitores e da mídia na tentativa de reabrir a negociação com o governo. "Minha porta está sempre aberta", destaca o reitor da UFABC, Hélio Waldman.

Além da decisão de buscar aliados, a assembleia deliberou a construção de contraproposta que leve em conta adequação orçamentária e reestruturação da carreira.

O Ministério da Educação informou, na sexta-feira, que encerrou negociação com os sindicatos que representam os docentes e que enviará projeto de lei ao Congresso tendo como base a última proposta apresentada aos grevistas, com oferta de aumento entre 25% e 40% até 2015 e plano de carreira com 13 níveis. No entanto, o acordo foi assinado apenas com um sindicato, o Proifes (Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior) - representante de sete instituições de ensino.

A contraproposta dos educadores está sendo debatida em assembleias locais e, posteriormente, será apresentada ao Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), que representa 51 das 59 universidades federais. Na segunda-feira, a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) votou pela manutenção da greve e elaboração de contraproposta.

Além de pedir a incorporação do professor titular na carreira docente e a exclusão dos grupos de trabalho para determinar as diretrizes de progressão da carreira, a contraproposta aprovada pela UFABC apoia reajuste que traga impacto orçamentário de R$ 4,2 bilhões a R$ 9,5 bilhões.



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Professores pedem apoio de reitoria em negociação

Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

08/08/2012 | 07:00


Em assembleia realizada ontem, docentes da UFABC (Universidade Federal do ABC) aprovaram o início de outra linha de ação na greve nacional que já dura 82 dias. Além de decidirem pela continuidade da paralisação, que atinge 57 das 59 instituições de Ensino Superior federais do País, os educadores pedirão apoio de parlamentares, reitores e da mídia na tentativa de reabrir a negociação com o governo. "Minha porta está sempre aberta", destaca o reitor da UFABC, Hélio Waldman.

Além da decisão de buscar aliados, a assembleia deliberou a construção de contraproposta que leve em conta adequação orçamentária e reestruturação da carreira.

O Ministério da Educação informou, na sexta-feira, que encerrou negociação com os sindicatos que representam os docentes e que enviará projeto de lei ao Congresso tendo como base a última proposta apresentada aos grevistas, com oferta de aumento entre 25% e 40% até 2015 e plano de carreira com 13 níveis. No entanto, o acordo foi assinado apenas com um sindicato, o Proifes (Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior) - representante de sete instituições de ensino.

A contraproposta dos educadores está sendo debatida em assembleias locais e, posteriormente, será apresentada ao Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), que representa 51 das 59 universidades federais. Na segunda-feira, a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) votou pela manutenção da greve e elaboração de contraproposta.

Além de pedir a incorporação do professor titular na carreira docente e a exclusão dos grupos de trabalho para determinar as diretrizes de progressão da carreira, a contraproposta aprovada pela UFABC apoia reajuste que traga impacto orçamentário de R$ 4,2 bilhões a R$ 9,5 bilhões.

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