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RoboCop da nova geração chega aos cinemas

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Marcela Munhoz
Do Diário do Grande ABC

16/02/2014 | 07:00


Em 1987, um policial meio robô, meio humano fez sucesso. Na época, Alex Murphy e sua armadura revolucionaram o cinema com longa dirigido pelo holandês Paul Verhoeven. Agora é a vez de um brasileiro – José Padilha (de Tropa de Elite) – refazer a história. RoboCop estreia na sexta-feira (21).

A versão de 2014 é um remake (refilmagem baseada na obra original) atualizado. O RoboCop de agora (papel de Joel Kinnaman) tem acesso irrestrito à internet e controla câmeras de segurança, o que não existia na década de 1980. Porém, a questão de unir emoção humana e máquina de extermínio é a mesma. A história se passa em 2028, quando robôs são usados pelos Estados Unidos nas guerras, mas – por questão de segurança – não nas ruas daquele país.

Mas será que o novo RoboCop vai fazer jus ao de 1987? É um risco que se corre, de acordo com Flávio Brito, professor-doutor de Cinema da Faap e editor do www.mnemocine.com.br. “Alguns fãs podem se sentir ofendidos, mas a nova geração tem a chance de conhecer um clássico”, comenta.

Ele explica que existem vários termos para definir um remake, além do motivo do projeto. “Os estúdios podem aproveitar o sucesso de um clássico, de um personagem e de uma história que deu certo em outro país, por exemplo. Há também a possibilidade de convidar um diretor estrangeiro para dar outra cara à obra, como o José Padilha em Robocop.”

As continuações são outra coisa. Ás vezes, segundo o professor, são trilogias previstas ou que embarcam nas boas bilheterias do primeiro filme. Os diretores George Lucas e Steven Spilberg são mestres nessa área. “Só que algumas continuações não são tão bem aceitas.”

 

Outros remakes famosos:

KING KONG – O gorila gigante que se apaixona por uma humana chegou ao cinema pela primeira vez em 1933. Para dar a impressão do animal ser grandão, foram filmadas miniaturas de 40 centímetros. Com a ajuda da tecnologia do século 21, a versão mais atual, de 2005, ganhou o Oscar (2006) na categoria melhores efeitos visuais.

A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE – O Willy Wonka do livro de Roald Dahl (de 1964) estreou nas telonas em 1971. O personagem excêntrico, dono de uma fábrica de doces, foi vivido pelo ator Gene Wilder na época. Passaram 34 anos até que Johnny Depp desse vida ao personagem. A versão de 2005 conta com a direção de Tim Burton.

CARRIE – A ESTRANHA – Em dezembro de 2013, Chloë Grace Moretz encarou a atormentada Carrie, personagem com poderes de telecinésia do livro de Stephen King. A refilmagem do clássico de 1976 (com Sissy Spacek no papel principal) ganhou mais realidade com os efeitos especiais de agora. A cena do baile ficou incrível e aterrorizante.

PSICOSE – O clássico de terror de 1960 (dirigido por Alfred Hitchcock) ganhou remake em 1998. A versão do diretor Gus van Sant foi gravada propositadamente com os mesmos cortes, ângulos e planos do primeiro filme, com a diferença do segundo ser em cores e o primeiro preto e branco.



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