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Abatedouros são flagrados na Vila S.Pedro

Nario Barbosa/Reprodução  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ação conjunta da Vigilância Sanitária e Polícia Civil descobre comércios ilegais de frango


Rafael Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

29/01/2014 | 07:00


Uma ação conjunta organizada após denúncia feita pelo MP (Ministério Público) levou integrantes da Vigilância Sanitária e policiais civis da Dicma (Delegacia de Investigação de Infrações e Crimes contra o Meio Ambiente) de São Bernardo a flagrar, na tarde de ontem, dois estabelecimentos que faziam abate e revenda ilegais de frango na Vila São Pedro.

As denúncias iniciais do MP davam conta que quatro lojas realizavam o procedimento no bairro. Mas, durante a batida, um dos comércios estava fechado. No outro, percebendo a aproximação policial, o proprietário conseguiu esconder as evidências que o ligavam às funções de manutenção de um abatedouro.

Os dois proprietários dos comércios flagrados na prática do abate de frango foram autuados na delegacia, um homem de 44 anos, há sete deles mantendo a loja, e uma mulher, 47, há dez como comerciante no local.

Ambos confirmaram que criavam os frangos para depois matá-los e revender a carne aos moradores do bairro. Os preços cobrados eram mais em conta do que em supermercados: cerca de R$ 2 o quilo.

Segundo o delegado Américo Santos Neto, titular da Dicma, a prática desrespeita diversas normas da legislação brasileira. Para se abater animais, é preciso ter autorização do Ministério da Agricultura. Matadouros, no entanto, são permitidos apenas em perímetros rurais. Além disso, toda carne comercializada no Brasil precisa ter selo de aprovação concedido apenas quando há origem definida.

“O comerciante precisa tomar muito cuidado, checar se o seu fornecedor tem esse certificado, saber a origem da carne que vende. A legislação é pesada”, disse Neto. Os dois podem pegar até nove anos de prisão cada.
 



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Abatedouros são flagrados na Vila S.Pedro

Ação conjunta da Vigilância Sanitária e Polícia Civil descobre comércios ilegais de frango

Rafael Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

29/01/2014 | 07:00


Uma ação conjunta organizada após denúncia feita pelo MP (Ministério Público) levou integrantes da Vigilância Sanitária e policiais civis da Dicma (Delegacia de Investigação de Infrações e Crimes contra o Meio Ambiente) de São Bernardo a flagrar, na tarde de ontem, dois estabelecimentos que faziam abate e revenda ilegais de frango na Vila São Pedro.

As denúncias iniciais do MP davam conta que quatro lojas realizavam o procedimento no bairro. Mas, durante a batida, um dos comércios estava fechado. No outro, percebendo a aproximação policial, o proprietário conseguiu esconder as evidências que o ligavam às funções de manutenção de um abatedouro.

Os dois proprietários dos comércios flagrados na prática do abate de frango foram autuados na delegacia, um homem de 44 anos, há sete deles mantendo a loja, e uma mulher, 47, há dez como comerciante no local.

Ambos confirmaram que criavam os frangos para depois matá-los e revender a carne aos moradores do bairro. Os preços cobrados eram mais em conta do que em supermercados: cerca de R$ 2 o quilo.

Segundo o delegado Américo Santos Neto, titular da Dicma, a prática desrespeita diversas normas da legislação brasileira. Para se abater animais, é preciso ter autorização do Ministério da Agricultura. Matadouros, no entanto, são permitidos apenas em perímetros rurais. Além disso, toda carne comercializada no Brasil precisa ter selo de aprovação concedido apenas quando há origem definida.

“O comerciante precisa tomar muito cuidado, checar se o seu fornecedor tem esse certificado, saber a origem da carne que vende. A legislação é pesada”, disse Neto. Os dois podem pegar até nove anos de prisão cada.
 

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