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Animação nos cinemas traz amor e heroísmo no gelo

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Frozen: Uma Aventura Congelante ensina sobre a importância do afeto e da família


Caroline Ropero

05/01/2014 | 07:00


O que seria dos contos de fadas sem princesas, magia e romance? A nova animação da Disney, Frozen: Uma Aventura Congelante, que acaba de chegar aos cinemas, traz todos esses elementos, mas de maneira diferente. Desta vez, as garotas não precisam de príncipe para salvá-las, o maior inimigo é o medo e o único jeito de vencer é usar a força do amor verdadeiro.

Na história, Elsa tem o poder de transformar tudo o que toca em gelo e neve. Por não saber controlar a magia, machuca a irmã mais nova Anna e passa a esconder seu dom de todos. Ao completar a maioridade, torna-se rainha, mas seu segredo é descoberto e ela foge do reino. Então, a sonhadora Anna sai pela nevasca em busca da irmã. No caminho, faz amizades e vive grandes aventuras.

O Diarinho entrevistou os diretores da animação, Chris Buck e Jennifer Lee. Eles acreditam que Frozen traz vários ensinamentos. “Mostra que podemos encontrar na família forma de aceitar quem realmente somos. Isso é poderoso”, fala Jennifer. “Há várias definições de amor verdadeiro”, diz Chris.

Segundo a diretora, as protagonistas são diferentes das princesas tradicionais. “Anna fala rápido e age sem pensar, mas tem coração maravilhoso e sua maior força é o amor. Já Elsa é como uma super-heroína, mas tem o desafio de ser controlada pelo medo”, afirma. “São personagens que podem ser comparadas a pessoas comuns, que também têm falhas. Muitas vezes, ficamos com medo de mostrar o que nos torna diferentes, como Elsa”, explica Jennifer.

A parte divertida do filme fica por conta de Olaf, boneco de neve carismático, criado pelas irmãs e que ganhou vida com os poderes de Elsa. Na versão nacional, é dublado por Fábio Porchat. “É como uma criança na maneira de agir e de pensar. A inocência o deixa charmoso e engraçado. É meu personagem favorito”, revela Chris.



Fazer filme exige esforço

Chris Buck e Jennifer Lee afirmam que fazer filme é desafiador. Deve-se ter boa equipe de animadores, roteirista, dubladores e músicos para produzir canções que se encaixem na narrativa. “Precisamos ter certeza de que as músicas estão contando a história e não só parando a cena para o personagem cantar”, diz Chris.

Para Jennifer, a união de profissionais experientes ajudou a produção. “Trabalhamos com a mesma equipe de Detona Ralph. Isso tornou o ambiente seguro para darmos o melhor.”

Chris conta que desde o início a equipe se esforçou para fazer filme para toda a família. “Trabalhamos duro para ter certeza de que jovens e adultos iriam se divertir e aprender algo”, fala o diretor, que curte fazer trabalhos infantis. “As crianças entendem as piadas rapidamente.” Jennifer concorda: “É público maravilhoso. Precisa fazer trabalho rico e profundo porque entendem ideias complexas.”
 



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Animação nos cinemas traz amor e heroísmo no gelo

Frozen: Uma Aventura Congelante ensina sobre a importância do afeto e da família

Caroline Ropero

05/01/2014 | 07:00


O que seria dos contos de fadas sem princesas, magia e romance? A nova animação da Disney, Frozen: Uma Aventura Congelante, que acaba de chegar aos cinemas, traz todos esses elementos, mas de maneira diferente. Desta vez, as garotas não precisam de príncipe para salvá-las, o maior inimigo é o medo e o único jeito de vencer é usar a força do amor verdadeiro.

Na história, Elsa tem o poder de transformar tudo o que toca em gelo e neve. Por não saber controlar a magia, machuca a irmã mais nova Anna e passa a esconder seu dom de todos. Ao completar a maioridade, torna-se rainha, mas seu segredo é descoberto e ela foge do reino. Então, a sonhadora Anna sai pela nevasca em busca da irmã. No caminho, faz amizades e vive grandes aventuras.

O Diarinho entrevistou os diretores da animação, Chris Buck e Jennifer Lee. Eles acreditam que Frozen traz vários ensinamentos. “Mostra que podemos encontrar na família forma de aceitar quem realmente somos. Isso é poderoso”, fala Jennifer. “Há várias definições de amor verdadeiro”, diz Chris.

Segundo a diretora, as protagonistas são diferentes das princesas tradicionais. “Anna fala rápido e age sem pensar, mas tem coração maravilhoso e sua maior força é o amor. Já Elsa é como uma super-heroína, mas tem o desafio de ser controlada pelo medo”, afirma. “São personagens que podem ser comparadas a pessoas comuns, que também têm falhas. Muitas vezes, ficamos com medo de mostrar o que nos torna diferentes, como Elsa”, explica Jennifer.

A parte divertida do filme fica por conta de Olaf, boneco de neve carismático, criado pelas irmãs e que ganhou vida com os poderes de Elsa. Na versão nacional, é dublado por Fábio Porchat. “É como uma criança na maneira de agir e de pensar. A inocência o deixa charmoso e engraçado. É meu personagem favorito”, revela Chris.



Fazer filme exige esforço

Chris Buck e Jennifer Lee afirmam que fazer filme é desafiador. Deve-se ter boa equipe de animadores, roteirista, dubladores e músicos para produzir canções que se encaixem na narrativa. “Precisamos ter certeza de que as músicas estão contando a história e não só parando a cena para o personagem cantar”, diz Chris.

Para Jennifer, a união de profissionais experientes ajudou a produção. “Trabalhamos com a mesma equipe de Detona Ralph. Isso tornou o ambiente seguro para darmos o melhor.”

Chris conta que desde o início a equipe se esforçou para fazer filme para toda a família. “Trabalhamos duro para ter certeza de que jovens e adultos iriam se divertir e aprender algo”, fala o diretor, que curte fazer trabalhos infantis. “As crianças entendem as piadas rapidamente.” Jennifer concorda: “É público maravilhoso. Precisa fazer trabalho rico e profundo porque entendem ideias complexas.”
 

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