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Irmão de Mercedes D’Orto será candidato a deputado estadual

Amigão afirma que tentará continuar legado de vereadora que morreu vítima de câncer neste ano


Cynthia Tavares
Do Diário do Grande ABC

31/12/2013 | 07:00


O empresário Humberto D’Orto (PPS), conhecido como Amigão, resolveu se arriscar no mundo político em 2014. A motivação ocorreu por um episódio triste em sua vida, a morte da sua irmã, a vereadora de Ribeirão Pires Mercedes D’Orto (PV), em julho. Ela tinha 33 anos e morreu em decorrência de câncer no útero.

O popular-socialista colocou sua pré-candidatura a deputado estadual. “Estou pensando em dar segmento ao legado deixado pela Mercedes. Assumi o trabalho dela nas entidades sociais para não deixar a atividade morrer”, afirmou.

Amigão disse que nunca pensou entrar na política, mas analisou que, com um cargo eletivo, é mais fácil ajudar as pessoas mais necessitadas. “Nem a minha irmã era ligada com política. Ela entrou por pura necessidade de ajudar os mais carentes. Se não tiver esse tipo de atuação, o povo vira refém dos políticos”, argumentou o pré-candidato.

O convite do PPS veio do ex-vice-prefeito de Ribeirão Edinaldo de Menezes, o Dedé (PPS). “Acredito que o partido precisa ter aproximação com a juventude. Por isso resolvi aceitar ao convite feito pelo Dedé”, justificou Amigão.

A ligação da família D’Orto com o antigo número dois do Paço começou na campanha do ano passado, quando ele foi prefeiturável na coligação apoiada pela Mercedes.

Amigão quer contar com o recall eleitoral de sua irmã – Mercedes foi a parlamentar mais votada em 2012 com 1.226 votos.

Único postulante a Assembleia Legislativa pelo PPS na cidade, ele fará sua principal dobrada com o deputado estadual Alex Manente (PPS-São Bernardo), que disputará vaga na Câmara Federal.

INTERCÂMBIO

Amigão destacou que vai tentar atrair os empresários para o trabalho da assistência social. “Existe necessidade de mudança. Não podemos deixar que a política seja paternalista como ocorre hoje por intermédio do Bolsa Família (programa federal, que concede auxilio mensal para famílias pobres do País)”, criticou.



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