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Sto.André terá 4 vias
para ônibus até janeiro

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ao todo, serão 12 quilômetros de corredores, que
devem custar R$ 876,5 mil aos cofres da Prefeitura


Fábio Munhoz Do Diário do Grande ABC

06/11/2013 | 07:04


Até janeiro, Santo André deverá disponibilizar quase 12 quilômetros de faixas exclusivas para ônibus. A segregação para o transporte coletivo será aplicada nos eixos formados por avenidas como Dom Pedro I, Firestone, Artur de Queirós e Perimetral, e nas ruas Carijós, General Glicério e Luís Pinto Flaquer. Os horários de proibição para a circulação de automóveis nesses trechos serão variados.

A Prefeitura estima gastar R$ 876,5 mil para adaptar as vias, valor que será classificado como contrapartida ao financiamento que a cidade está prestes a assinar com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), no valor de US$ 250 milhões – o equivalente a R$ 570 milhões. O projeto do prefeito Carlos Grana (PT) prevê a construção de 13 corredores.

O eixo central, previsto para ficar pronto na primeira semana de dezembro, será o que receberá maior quantidade de pessoas. A estimativa é que sejam atendidos 181,1 mil passageiros ao dia no circuito de 3,1 quilômetros formado pelas vias Artur de Queirós, General Glicério, Queirós dos Santos, Firestone, Siqueira Campos e Luís Pinto Flaquer. Ao todo, serão 181 ônibus por hora. A faixa da direita dessas vias será exclusiva para o transporte coletivo de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, e aos sábados, entre 8h e 14h.

A via exclusiva da Perimetral, com 1,8 quilômetro de extensão, será utilizada por 102 coletivos a cada hora por sentido, o equivalente a cerca de 141 mil usuários. O horário de funcionamento será o mesmo do circuito do Centro. O espaço também deverá ser ativado na primeira semana de dezembro.

Na Avenida Dom Pedro I e na Rua Carijós, os coletivos terão exclusividade apenas no sentido Centro, entre 6h e 10h. À tarde, para dar mais fluidez na direção contrária, a Prefeitura irá proibir o estacionamento nas vias. Para compensar a supressão de vagas, serão criados espaços rotativos em ruas transversais. As duas faixas somarão 6,9 quilômetros e transportarão 42,6 mil e 24,5 mil passageiros ao dia, respectivamente. A previsão é que ambas tenham operação iniciada na primeira quinzena de janeiro.

O secretário de Obras e Serviços Públicos, Paulinho Serra (PSD), que apresentou ontem o projeto Expresso Andreense na Câmara, afirma que as multas para quem invadir o espaço reservado ao transporte público deverão começar a ser aplicadas após três semanas de funcionamento. A falta é considerada leve e o infrator é multado em R$ 53,20 e punido com três pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação). A sinalização aos motoristas deverá começar a ser implantada nos próximos dias.

Segundo o titular da Pasta, o cronograma dos próximos corredores dependerá da data de assinatura do contrato com o BID, o que deve acontecer no início do ano que vem. “Os outros demandam intervenções maiores, como grandes obras viárias”, explica Paulinho. Entre os projetos complementares previstos estão a duplicação do Viaduto Adib Chammas, no Centro, e a criação de outras opções de transposição da Avenida dos Estados.

Cidade aguarda repasse para ampliação do Terminal Vila Luzita

O secretário de Obras e Serviços Públicos de Santo André, Paulinho Serra (PSD), pediu ontem agilidade aos vereadores para aprovação de assinatura de empréstimo junto à Caixa Econômica Federal para revitalização do Corredor Guarará, na Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo, e ampliação do Terminal Vila Luzita. O valor solicitado é de R$ 127 milhões.

O titular da Pasta afirma que recebeu do governo federal prazo até segunda-feira para que o financiamento esteja aprovado. Caso contrário, a cidade pode perder o recurso. Para que a transação seja possível, a Câmara precisa apreciar o projeto já na sessão de amanhã.

 

“A ampliação demanda desapropriações e irá reduzir os congestionamentos de ônibus na entrada do terminal”, explica Paulinho. O corredor, que hoje termina nas proximidades do Estádio Bruno José Daniel, será estendido até a futura Estação Pirelli da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).



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Sto.André terá 4 vias
para ônibus até janeiro

Ao todo, serão 12 quilômetros de corredores, que
devem custar R$ 876,5 mil aos cofres da Prefeitura

Fábio Munhoz Do Diário do Grande ABC

06/11/2013 | 07:04


Até janeiro, Santo André deverá disponibilizar quase 12 quilômetros de faixas exclusivas para ônibus. A segregação para o transporte coletivo será aplicada nos eixos formados por avenidas como Dom Pedro I, Firestone, Artur de Queirós e Perimetral, e nas ruas Carijós, General Glicério e Luís Pinto Flaquer. Os horários de proibição para a circulação de automóveis nesses trechos serão variados.

A Prefeitura estima gastar R$ 876,5 mil para adaptar as vias, valor que será classificado como contrapartida ao financiamento que a cidade está prestes a assinar com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), no valor de US$ 250 milhões – o equivalente a R$ 570 milhões. O projeto do prefeito Carlos Grana (PT) prevê a construção de 13 corredores.

O eixo central, previsto para ficar pronto na primeira semana de dezembro, será o que receberá maior quantidade de pessoas. A estimativa é que sejam atendidos 181,1 mil passageiros ao dia no circuito de 3,1 quilômetros formado pelas vias Artur de Queirós, General Glicério, Queirós dos Santos, Firestone, Siqueira Campos e Luís Pinto Flaquer. Ao todo, serão 181 ônibus por hora. A faixa da direita dessas vias será exclusiva para o transporte coletivo de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, e aos sábados, entre 8h e 14h.

A via exclusiva da Perimetral, com 1,8 quilômetro de extensão, será utilizada por 102 coletivos a cada hora por sentido, o equivalente a cerca de 141 mil usuários. O horário de funcionamento será o mesmo do circuito do Centro. O espaço também deverá ser ativado na primeira semana de dezembro.

Na Avenida Dom Pedro I e na Rua Carijós, os coletivos terão exclusividade apenas no sentido Centro, entre 6h e 10h. À tarde, para dar mais fluidez na direção contrária, a Prefeitura irá proibir o estacionamento nas vias. Para compensar a supressão de vagas, serão criados espaços rotativos em ruas transversais. As duas faixas somarão 6,9 quilômetros e transportarão 42,6 mil e 24,5 mil passageiros ao dia, respectivamente. A previsão é que ambas tenham operação iniciada na primeira quinzena de janeiro.

O secretário de Obras e Serviços Públicos, Paulinho Serra (PSD), que apresentou ontem o projeto Expresso Andreense na Câmara, afirma que as multas para quem invadir o espaço reservado ao transporte público deverão começar a ser aplicadas após três semanas de funcionamento. A falta é considerada leve e o infrator é multado em R$ 53,20 e punido com três pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação). A sinalização aos motoristas deverá começar a ser implantada nos próximos dias.

Segundo o titular da Pasta, o cronograma dos próximos corredores dependerá da data de assinatura do contrato com o BID, o que deve acontecer no início do ano que vem. “Os outros demandam intervenções maiores, como grandes obras viárias”, explica Paulinho. Entre os projetos complementares previstos estão a duplicação do Viaduto Adib Chammas, no Centro, e a criação de outras opções de transposição da Avenida dos Estados.

Cidade aguarda repasse para ampliação do Terminal Vila Luzita

O secretário de Obras e Serviços Públicos de Santo André, Paulinho Serra (PSD), pediu ontem agilidade aos vereadores para aprovação de assinatura de empréstimo junto à Caixa Econômica Federal para revitalização do Corredor Guarará, na Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo, e ampliação do Terminal Vila Luzita. O valor solicitado é de R$ 127 milhões.

O titular da Pasta afirma que recebeu do governo federal prazo até segunda-feira para que o financiamento esteja aprovado. Caso contrário, a cidade pode perder o recurso. Para que a transação seja possível, a Câmara precisa apreciar o projeto já na sessão de amanhã.

 

“A ampliação demanda desapropriações e irá reduzir os congestionamentos de ônibus na entrada do terminal”, explica Paulinho. O corredor, que hoje termina nas proximidades do Estádio Bruno José Daniel, será estendido até a futura Estação Pirelli da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

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