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China culpa grupo islâmico por ataque



01/11/2013 | 05:03


O diretor da divisão que chefia a polícia, os tribunais e os serviços de inteligência do Partido Comunista da China, Meng Jianzhu, culpou o grupo separatista Movimento Islâmico do Turquestão Oriental pelo que o governo chamou de ataque suicida na Praça da Paz Celestial.

"Esse violento incidente terrorista que ocorreu em Pequim foi uma operação organizada e premeditada", disse Meng em entrevista à rede de televisão Phoenix Television, em Hong Kong. Meng foi a primeira autoridade a atribuir o ataque ao grupo, conhecido como ETIM, na sigla em inglês, e que a China alega ter conexões com a Al-Qaeda.

O grupo já conduziu uma série de ataques em alvos do governo e contra membros da etnia Han, em Xinjiang. O grupo étnico muçulmano Uigur é maioria na população de Xinjiang, e as tensões étnicas na região aumentaram nos últimos anos.

A autoridade não explicou por que acredita que o grupo está por trás do ataque de segunda-feira. O incidente com um carro em chamas, ocorrido em frente a um portão da Cidade Proibida, na praça Tiananmen, matou dois turistas e deixou 40 feridos, segundo informações oficiais.

A polícia chinesa disse que haviam três pessoas no veículo, todas mortas no ataque. A polícia também disse ter detido cinco suspeitos, segundo a mídia estatal. Tanto os nomes das pessoas no veículo quanto os dos detidos parecem ser da etnia Uigur. Fonte: Dow Jones Newswires.



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China culpa grupo islâmico por ataque


01/11/2013 | 05:03


O diretor da divisão que chefia a polícia, os tribunais e os serviços de inteligência do Partido Comunista da China, Meng Jianzhu, culpou o grupo separatista Movimento Islâmico do Turquestão Oriental pelo que o governo chamou de ataque suicida na Praça da Paz Celestial.

"Esse violento incidente terrorista que ocorreu em Pequim foi uma operação organizada e premeditada", disse Meng em entrevista à rede de televisão Phoenix Television, em Hong Kong. Meng foi a primeira autoridade a atribuir o ataque ao grupo, conhecido como ETIM, na sigla em inglês, e que a China alega ter conexões com a Al-Qaeda.

O grupo já conduziu uma série de ataques em alvos do governo e contra membros da etnia Han, em Xinjiang. O grupo étnico muçulmano Uigur é maioria na população de Xinjiang, e as tensões étnicas na região aumentaram nos últimos anos.

A autoridade não explicou por que acredita que o grupo está por trás do ataque de segunda-feira. O incidente com um carro em chamas, ocorrido em frente a um portão da Cidade Proibida, na praça Tiananmen, matou dois turistas e deixou 40 feridos, segundo informações oficiais.

A polícia chinesa disse que haviam três pessoas no veículo, todas mortas no ataque. A polícia também disse ter detido cinco suspeitos, segundo a mídia estatal. Tanto os nomes das pessoas no veículo quanto os dos detidos parecem ser da etnia Uigur. Fonte: Dow Jones Newswires.

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