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Para oposição, Marinho
tem de abrir sindicância

Montagem/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Alex e Morando pedem apuração de construtora
do Museu do Trabalhador; sócio é desempregado


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

30/09/2013 | 07:00


A oposição ao prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), cobrou a abertura de, no mínimo, uma sindicância para apurar a denúncia do Diário, que mostrou que um dos sócios da Construções e Incorporações CEI, responsável pela obra do Museu do Trabalho e do Trabalhador, é um eletricista desempregado, que mora de aluguel no Jardim Campanário, em Diadema, e não sabia que tinha R$ 10,4 milhões de participação na empresa.

O deputado estadual Alex Manente (PPS) avaliou que o fato acarreta em fortes suspeitas de “fraude na licitação” para construção do empreendimento, uma das bandeiras do governo petista. A obra foi avaliada em R$ 18,3 milhões, sendo que R$ 14,4 milhões de aporte da União.

“São Bernardo se tornou balcão de negócios. A Prefeitura precisa, primeiramente, paralisar a obra com essa empresa fajuta”, comentou o popular-socialista, que não isentou culpa de Marinho no processo. “(Se não tomar atitude) O prefeito estará sendo conivente com o descaso.”

O deputado estadual Orlando Morando (PSDB) pediu que Marinho abra, imediatamente, sindicância para apurar a denúncia. “Ele (Marinho) necessitaria levantar junto à secretaria competente pela obra todo prontuário da empresa, se ela apresentou certificado (durante o certame e na homologação do contrato). É preocupante porque tem indícios de fraude.”

O tucano afirmou que a suspeita se intensifica porque a população de São Bernardo não acolheu o Museu do Trabalho e do Trabalhador. “Será que não havia outras prioridades no município? Esse assunto gera muita desconfiança.”

A equipe do Diário foi à sede da Construções e Incorporações CEI, na Lapa, Zona Oeste de São Paulo, e à residência de Erisson Saroa Silva, apontado pela Junta Comercial como sócio da empresa e com valor de participação de R$ 10,4 milhões – a empreiteira tem capital de R$ 20,8 milhões.

Eletricista desempregado, Erisson disse não saber que seu nome estava na lista de proprietários de uma construtora. Ele mora de aluguel, tem mulher e filho e não possui rendimento fixo.



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Para oposição, Marinho
tem de abrir sindicância

Alex e Morando pedem apuração de construtora
do Museu do Trabalhador; sócio é desempregado

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

30/09/2013 | 07:00


A oposição ao prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), cobrou a abertura de, no mínimo, uma sindicância para apurar a denúncia do Diário, que mostrou que um dos sócios da Construções e Incorporações CEI, responsável pela obra do Museu do Trabalho e do Trabalhador, é um eletricista desempregado, que mora de aluguel no Jardim Campanário, em Diadema, e não sabia que tinha R$ 10,4 milhões de participação na empresa.

O deputado estadual Alex Manente (PPS) avaliou que o fato acarreta em fortes suspeitas de “fraude na licitação” para construção do empreendimento, uma das bandeiras do governo petista. A obra foi avaliada em R$ 18,3 milhões, sendo que R$ 14,4 milhões de aporte da União.

“São Bernardo se tornou balcão de negócios. A Prefeitura precisa, primeiramente, paralisar a obra com essa empresa fajuta”, comentou o popular-socialista, que não isentou culpa de Marinho no processo. “(Se não tomar atitude) O prefeito estará sendo conivente com o descaso.”

O deputado estadual Orlando Morando (PSDB) pediu que Marinho abra, imediatamente, sindicância para apurar a denúncia. “Ele (Marinho) necessitaria levantar junto à secretaria competente pela obra todo prontuário da empresa, se ela apresentou certificado (durante o certame e na homologação do contrato). É preocupante porque tem indícios de fraude.”

O tucano afirmou que a suspeita se intensifica porque a população de São Bernardo não acolheu o Museu do Trabalho e do Trabalhador. “Será que não havia outras prioridades no município? Esse assunto gera muita desconfiança.”

A equipe do Diário foi à sede da Construções e Incorporações CEI, na Lapa, Zona Oeste de São Paulo, e à residência de Erisson Saroa Silva, apontado pela Junta Comercial como sócio da empresa e com valor de participação de R$ 10,4 milhões – a empreiteira tem capital de R$ 20,8 milhões.

Eletricista desempregado, Erisson disse não saber que seu nome estava na lista de proprietários de uma construtora. Ele mora de aluguel, tem mulher e filho e não possui rendimento fixo.

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