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“Eu fui no rock in rio!”

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Do Diário do Grande ABC

29/09/2013 | 07:00


Carolina Cheliga, 17 anos, sempre quis vivenciar a experiência de participar de um festival de música. E ela conseguiu realizar o sonho durante o Rock in Rio. A garota escolheu o dia do Iron Maiden e adorou. “Todos os shows que vi foram incríveis, sem nenhuma exceção. Fiquei apaixonada pelos fogos, pelas apresentações e pela sensação de estar no meio da galera, que é surreal. Espero ter a chance de ir ao Rock In Rio muitas outras vezes porque, apesar da exaustão, do tumulto e do sufoco, a alegria e a renovação que o evento passa vale muito a pena”. Leia o depoimento completo:

“Cheguei à Cidade do Rock às 16h, após percurso demorado e bastante tumultuado na entrada, já que o número de pessoas no evento foi enorme. O primeiro show que vi foi da banda Halloween, no Palco Sunset – com uma amiga que encontrei – que acabou ao anoitecer e, apesar de não ser fã, adorei a apresentação animada que tirou todo mundo do chão.

Quando minha amiga e eu nos misturamos ao povo, foi para aguardar o show de Slayer. Sentamo-nos no chão no meio do público, vimos Sepultura - uma das bandas da qual sou muito fã - pelo telão, e o Palco Mundo voltou à ativa com a banda pesada que é Slayer. Confesso que esse show me botou medo antes de começar, porque o público é completamente maluco, mas o pessoal, na verdade, é muito tranquilo e educado e, de onde eu estava, apenas via as rodas perto, sem participar delas. E os caras arrebentaram: todos cantavam, pulavam, batiam cabeça e se entregavam ao show. Eu até conhecia mais músicas deles do que achava que conhecia.

Foi aí que o Rock In Rio começou. Depois de Slayer, veio Avenged Sevenfold, banda da qual já tinha ouvido falar, mas que passei a ouvir depois de saber que eles se apresentariam no evento. Não teve jeito: me apaixonei. Os caras são demais e também destruíram tudo. Com eles sim eu cantei junto quase o tempo todo, sabendo a maioria das letras, gritei histericamente não acreditando estar tão perto de M Shadows e me lamentei quando eles deixaram o palco, não querendo que eles deixassem o palco nunca. A essa altura, a vibração já estava incrível. É outro mundo, com certeza.

Eu achava que não podia ficar melhor, e Iron Maiden toma conta do Palco Mundo. O que há para dizer sobre os britânicos? Assim que surgiram os indícios de aparição, a galera já estava berrando histérica - inclusive eu. Eles já começaram o show com uma energia inacreditável, sem precisar puxar o público, apesar de Bruce interagir com a plateia ao longo do espetáculo. Mudança de cenário, trocas de roupa, o som da guitarra, o mascote a banda... Foi tudo perfeito, fiquei arrepiada com começo ao fim. Tudo em que conseguia pensar era "como alguém consegue fazer um negócio desse?" Quando o show acabou - sob uma insistência garoa - sob para a qual ninguém deu importância -, eu não sentia mais meu corpo, mas ainda não queria ir embora e não queria que as bandas fossem embora. “



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“Eu fui no rock in rio!”

Do Diário do Grande ABC

29/09/2013 | 07:00


Carolina Cheliga, 17 anos, sempre quis vivenciar a experiência de participar de um festival de música. E ela conseguiu realizar o sonho durante o Rock in Rio. A garota escolheu o dia do Iron Maiden e adorou. “Todos os shows que vi foram incríveis, sem nenhuma exceção. Fiquei apaixonada pelos fogos, pelas apresentações e pela sensação de estar no meio da galera, que é surreal. Espero ter a chance de ir ao Rock In Rio muitas outras vezes porque, apesar da exaustão, do tumulto e do sufoco, a alegria e a renovação que o evento passa vale muito a pena”. Leia o depoimento completo:

“Cheguei à Cidade do Rock às 16h, após percurso demorado e bastante tumultuado na entrada, já que o número de pessoas no evento foi enorme. O primeiro show que vi foi da banda Halloween, no Palco Sunset – com uma amiga que encontrei – que acabou ao anoitecer e, apesar de não ser fã, adorei a apresentação animada que tirou todo mundo do chão.

Quando minha amiga e eu nos misturamos ao povo, foi para aguardar o show de Slayer. Sentamo-nos no chão no meio do público, vimos Sepultura - uma das bandas da qual sou muito fã - pelo telão, e o Palco Mundo voltou à ativa com a banda pesada que é Slayer. Confesso que esse show me botou medo antes de começar, porque o público é completamente maluco, mas o pessoal, na verdade, é muito tranquilo e educado e, de onde eu estava, apenas via as rodas perto, sem participar delas. E os caras arrebentaram: todos cantavam, pulavam, batiam cabeça e se entregavam ao show. Eu até conhecia mais músicas deles do que achava que conhecia.

Foi aí que o Rock In Rio começou. Depois de Slayer, veio Avenged Sevenfold, banda da qual já tinha ouvido falar, mas que passei a ouvir depois de saber que eles se apresentariam no evento. Não teve jeito: me apaixonei. Os caras são demais e também destruíram tudo. Com eles sim eu cantei junto quase o tempo todo, sabendo a maioria das letras, gritei histericamente não acreditando estar tão perto de M Shadows e me lamentei quando eles deixaram o palco, não querendo que eles deixassem o palco nunca. A essa altura, a vibração já estava incrível. É outro mundo, com certeza.

Eu achava que não podia ficar melhor, e Iron Maiden toma conta do Palco Mundo. O que há para dizer sobre os britânicos? Assim que surgiram os indícios de aparição, a galera já estava berrando histérica - inclusive eu. Eles já começaram o show com uma energia inacreditável, sem precisar puxar o público, apesar de Bruce interagir com a plateia ao longo do espetáculo. Mudança de cenário, trocas de roupa, o som da guitarra, o mascote a banda... Foi tudo perfeito, fiquei arrepiada com começo ao fim. Tudo em que conseguia pensar era "como alguém consegue fazer um negócio desse?" Quando o show acabou - sob uma insistência garoa - sob para a qual ninguém deu importância -, eu não sentia mais meu corpo, mas ainda não queria ir embora e não queria que as bandas fossem embora. “

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