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Muricy e as últimas esperanças para o Tricolor

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Com a reestreia de treinador, time encara a Ponte Preta com Morumbi lotado


Thiago Postigo Silva
Do Diário do Grande ABC

12/09/2013 | 07:00


O início do returno do Brasileiro é considerado por todos dentro do São Paulo como nova era para clube, que luta contra o rebaixamento. O time encara hoje, às 21h, a Ponte Preta, no Morumbi, em partida que marca o retorno do técnico Muricy Ramalho. 

A contratação do comandante refletiu imediatamente nas arquibancadas, que estarão completamente lotadas. Os 43 mil ingressos colocados à venda foram esgotados na tarde de ontem. Antes do anúncio sobre o treinador, pouco mais de mil bilhetes haviam sido comercializados.

Além da torcida, o clube espera que os jogadores estejam motivados para iniciar a reação, o que não aconteceu sob os comandos de Ney Franco e Paulo Autuori. Nesse cenário, Muricy Ramalho, tricampeão com o Brasileiro com o Tricolor entre 2006 e 2008, tem 19 jogos para livrar a equipe do inédito rebaixamento.

“O São Paulo não tem experiência nisso (crise). A verdade é essa. Então, é menos discurso e muito trabalho. Precisamos de resultado. Como buscar isso? É a maneira de trabalhar, não existe ninguém mais importante que o clube. Tem de passar esse discurso aos atletas, porque todos terão de abrir mão de alguma coisa. Temos de tirar o clube dessa situação de qualquer maneira”, disse o treinador em sua apresentação.

Inicialmente, Muricy não fez muitas mudanças em relação ao time de Paulo Autuori, trocando os volantes Wellington, com problema digestivo, e Fabrício por Denilson, que se recuperou de cirurgia no joelho direito, e Maicon. Ganso será o único armador, enquanto Aloísio e Lucas Evangelista vão atuar como meias-atacantes, com Luis Fabiano como centroavante.

Se a situação do São Paulo complicada, a da Ponte Preta é pior – o time é o penúltimo com 15 pontos.
Para o jogo, o técnico Jorginho não conta com o zagueiro Diego Sacoman, suspenso, e o atacante Leonardo, lesionado. Em contrapartida, Chiquinho e Rildo retornam e brigam por uma vaga no sistema ofensivo. (com Agências)

Elenco se reúne sem a presença da comissão técnica

Sem contar com Muricy Ramalho ou qualquer integrante da comissão técnica, os jogadores do São Paulo se reuniram para conversar sobre a situação da equipe. O bate-papo foi comandado pelo goleiro Rogério Ceni, que deve encerrar a carreira no fim do ano.

Segundo o volante Denilson, que retorna ao time hoje, o elenco não quer o clube rebaixado, justamente na despedida do capitão.

“O Rogério (Ceni) passou o que tinha de passar. Logo ele estará se aposentando. Precisamos sair desta situação e fazer com que o Rogério termine o ano bem, e não rebaixado. Não é um ano que vai manchar a história dele no futebol. Temos um turno para reverter esta situação. Tenho 100% de certeza de que vamos sair desta fase”, destacou o volante.

Os trabalhos de ontem também foram marcados pelo treinamento de cobrança de pênaltis. Rogério Ceni, que perdeu suas últimas três batidas em jogos, acertou cinco de sete. Já Luís Fabiano anotou dez gols em 20 tentativas. (das Agências)

Juvenal Juvêncio afirma que está curado de câncer

O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, revelou ao Blog do Boleiro que o câncer na próstata que tinha foi curado. A doença, que o dirigente enfrenta há dois anos, teria prejudicado o trabalho dele no Tricolor.
Ele, inclusive, tomou decisões apressadas na visão de diretores e conselheiros. A mais importante foi a de escolher Carlos Miguel Aidar como candidato da situação na eleição presidencial em abril de 2014. O vice-presidente, Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, pensava que seria o escolhido e não abriu mão de se candidatar.

Segundo Juvenal Juvêncio, o câncer foi curado com radiação. Porém, destacou que ainda faz revisões periódicas, com tratamentos delicados no Hospital Sírio Libanês, na Capital paulista.

Quando descobriu o câncer, rejeitou o tratamento com quimioterapia e utilizou remédios via oral, o que funcionou em primeiro momento. Porém, na fase seguinte, teve de iniciar a quimioterapia, o que fragilizou sua saúde. Juvenal Juvêncio está no cargo desde 2006. (das Agências)



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Muricy e as últimas esperanças para o Tricolor

Com a reestreia de treinador, time encara a Ponte Preta com Morumbi lotado

Thiago Postigo Silva
Do Diário do Grande ABC

12/09/2013 | 07:00


O início do returno do Brasileiro é considerado por todos dentro do São Paulo como nova era para clube, que luta contra o rebaixamento. O time encara hoje, às 21h, a Ponte Preta, no Morumbi, em partida que marca o retorno do técnico Muricy Ramalho. 

A contratação do comandante refletiu imediatamente nas arquibancadas, que estarão completamente lotadas. Os 43 mil ingressos colocados à venda foram esgotados na tarde de ontem. Antes do anúncio sobre o treinador, pouco mais de mil bilhetes haviam sido comercializados.

Além da torcida, o clube espera que os jogadores estejam motivados para iniciar a reação, o que não aconteceu sob os comandos de Ney Franco e Paulo Autuori. Nesse cenário, Muricy Ramalho, tricampeão com o Brasileiro com o Tricolor entre 2006 e 2008, tem 19 jogos para livrar a equipe do inédito rebaixamento.

“O São Paulo não tem experiência nisso (crise). A verdade é essa. Então, é menos discurso e muito trabalho. Precisamos de resultado. Como buscar isso? É a maneira de trabalhar, não existe ninguém mais importante que o clube. Tem de passar esse discurso aos atletas, porque todos terão de abrir mão de alguma coisa. Temos de tirar o clube dessa situação de qualquer maneira”, disse o treinador em sua apresentação.

Inicialmente, Muricy não fez muitas mudanças em relação ao time de Paulo Autuori, trocando os volantes Wellington, com problema digestivo, e Fabrício por Denilson, que se recuperou de cirurgia no joelho direito, e Maicon. Ganso será o único armador, enquanto Aloísio e Lucas Evangelista vão atuar como meias-atacantes, com Luis Fabiano como centroavante.

Se a situação do São Paulo complicada, a da Ponte Preta é pior – o time é o penúltimo com 15 pontos.
Para o jogo, o técnico Jorginho não conta com o zagueiro Diego Sacoman, suspenso, e o atacante Leonardo, lesionado. Em contrapartida, Chiquinho e Rildo retornam e brigam por uma vaga no sistema ofensivo. (com Agências)

Elenco se reúne sem a presença da comissão técnica

Sem contar com Muricy Ramalho ou qualquer integrante da comissão técnica, os jogadores do São Paulo se reuniram para conversar sobre a situação da equipe. O bate-papo foi comandado pelo goleiro Rogério Ceni, que deve encerrar a carreira no fim do ano.

Segundo o volante Denilson, que retorna ao time hoje, o elenco não quer o clube rebaixado, justamente na despedida do capitão.

“O Rogério (Ceni) passou o que tinha de passar. Logo ele estará se aposentando. Precisamos sair desta situação e fazer com que o Rogério termine o ano bem, e não rebaixado. Não é um ano que vai manchar a história dele no futebol. Temos um turno para reverter esta situação. Tenho 100% de certeza de que vamos sair desta fase”, destacou o volante.

Os trabalhos de ontem também foram marcados pelo treinamento de cobrança de pênaltis. Rogério Ceni, que perdeu suas últimas três batidas em jogos, acertou cinco de sete. Já Luís Fabiano anotou dez gols em 20 tentativas. (das Agências)

Juvenal Juvêncio afirma que está curado de câncer

O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, revelou ao Blog do Boleiro que o câncer na próstata que tinha foi curado. A doença, que o dirigente enfrenta há dois anos, teria prejudicado o trabalho dele no Tricolor.
Ele, inclusive, tomou decisões apressadas na visão de diretores e conselheiros. A mais importante foi a de escolher Carlos Miguel Aidar como candidato da situação na eleição presidencial em abril de 2014. O vice-presidente, Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, pensava que seria o escolhido e não abriu mão de se candidatar.

Segundo Juvenal Juvêncio, o câncer foi curado com radiação. Porém, destacou que ainda faz revisões periódicas, com tratamentos delicados no Hospital Sírio Libanês, na Capital paulista.

Quando descobriu o câncer, rejeitou o tratamento com quimioterapia e utilizou remédios via oral, o que funcionou em primeiro momento. Porém, na fase seguinte, teve de iniciar a quimioterapia, o que fragilizou sua saúde. Juvenal Juvêncio está no cargo desde 2006. (das Agências)

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