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Qualidade dos produtos


Claudio Conz

12/09/2013 | 07:05


Uma das principais bandeiras da Anamaco tem sido a qualidade dos produtos. Há anos batemos nessa tecla e tentamos orientar consumidores e varejistas no que diz respeito à venda dos produtos fora de norma.

A Anamaco apoia integralmente o trabalho realizado pelos PSQs (Programas Setoriais de Qualidade), desenvolvidos no âmbito do PBQP–H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat), que tem como principal objetivo a melhoria da qualidade e da produtividade na construção civil, por meio do combate à não conformidade de produtos, com base nas normas técnicas dos materiais.

Nós, da Anamaco, gostaríamos de esclarecer sobre a importância do lojista vender produtos qualificados e sobre nosso papel, enquanto entidade de classe, de esclarecer aos associados sobre qual é a responsabilidade do varejista neste processo.

Produtos de baixa qualidade causam danos a você, consumidor. A padronização dos produtos com um mínimo de qualidade garante a todos segurança e conforto. Por exemplo, uma janela fora de norma pode deixar sua casa barulhenta, superaquecida, super gelada, pode não segurar o vento, não dar conta da chuva, quebrar e colocar em risco a segurança da família. Enfim, as normas técnicas vêm para proteger você, consumidor.

Entre os setores envolvidos no processo, destaco o trabalho desenvolvido pela Afeal (Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio), gestora do PSQ (Programa Setorial da Qualidade das Esquadrias de Alumínio). É importante esclarecer aos associados o que vem acontecendo no setor de esquadrias.

A ‘norma mãe’ das esquadrias ABNT NBR 10.821, revisada e vigente desde fevereiro de 2011, estabelece parâmetros de desempenho comprovados em câmaras de ensaios que as esquadrias devem cumprir. Entre eles, destaca-se a estanqueidade à água, permeabilidade ao ar, segurança sob ventos e esforços pelo uso, para que assegurem conforto ao consumidor, segurança e qualidade mínimas de utilização do produto.

O não cumprimento das normas técnicas em vigor pelos fabricantes é crime. É um direito do consumidor a garantia de que todos os produtos, tipologias e dimensões comercializados no País estão em conformidade com as normas técnicas. Vender produtos fora de norma também é crime, de acordo com a lei 8078/1990, que estabelece que o lojista é corresponsável pelo produto. Por isso, é importante estarmos atentos.

Uma mudança efetiva no quadro dos produtos fora de norma só acontecerá mesmo quando você, consumidor, estiver consciente. Por isso, preste atenção quando for comprar material de construção. Avalie o produto, procure a etiqueta, busque um vendedor qualificado para lhe atender. É a segurança de sua família que pode estar em risco.

Procure sempre comprar produtos apenas de empresas qualificadas pelo PSQ. Para ter acesso à relação das empresas em conformidade com as normas, acesse o site da Afeal (http://www.afeal.com.br) ou do Ministério das Cidades (www.cidades.gov.br/pbqp-h), atualizados trimestralmente. Fique atento!
 



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Qualidade dos produtos

Claudio Conz

12/09/2013 | 07:05


Uma das principais bandeiras da Anamaco tem sido a qualidade dos produtos. Há anos batemos nessa tecla e tentamos orientar consumidores e varejistas no que diz respeito à venda dos produtos fora de norma.

A Anamaco apoia integralmente o trabalho realizado pelos PSQs (Programas Setoriais de Qualidade), desenvolvidos no âmbito do PBQP–H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat), que tem como principal objetivo a melhoria da qualidade e da produtividade na construção civil, por meio do combate à não conformidade de produtos, com base nas normas técnicas dos materiais.

Nós, da Anamaco, gostaríamos de esclarecer sobre a importância do lojista vender produtos qualificados e sobre nosso papel, enquanto entidade de classe, de esclarecer aos associados sobre qual é a responsabilidade do varejista neste processo.

Produtos de baixa qualidade causam danos a você, consumidor. A padronização dos produtos com um mínimo de qualidade garante a todos segurança e conforto. Por exemplo, uma janela fora de norma pode deixar sua casa barulhenta, superaquecida, super gelada, pode não segurar o vento, não dar conta da chuva, quebrar e colocar em risco a segurança da família. Enfim, as normas técnicas vêm para proteger você, consumidor.

Entre os setores envolvidos no processo, destaco o trabalho desenvolvido pela Afeal (Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio), gestora do PSQ (Programa Setorial da Qualidade das Esquadrias de Alumínio). É importante esclarecer aos associados o que vem acontecendo no setor de esquadrias.

A ‘norma mãe’ das esquadrias ABNT NBR 10.821, revisada e vigente desde fevereiro de 2011, estabelece parâmetros de desempenho comprovados em câmaras de ensaios que as esquadrias devem cumprir. Entre eles, destaca-se a estanqueidade à água, permeabilidade ao ar, segurança sob ventos e esforços pelo uso, para que assegurem conforto ao consumidor, segurança e qualidade mínimas de utilização do produto.

O não cumprimento das normas técnicas em vigor pelos fabricantes é crime. É um direito do consumidor a garantia de que todos os produtos, tipologias e dimensões comercializados no País estão em conformidade com as normas técnicas. Vender produtos fora de norma também é crime, de acordo com a lei 8078/1990, que estabelece que o lojista é corresponsável pelo produto. Por isso, é importante estarmos atentos.

Uma mudança efetiva no quadro dos produtos fora de norma só acontecerá mesmo quando você, consumidor, estiver consciente. Por isso, preste atenção quando for comprar material de construção. Avalie o produto, procure a etiqueta, busque um vendedor qualificado para lhe atender. É a segurança de sua família que pode estar em risco.

Procure sempre comprar produtos apenas de empresas qualificadas pelo PSQ. Para ter acesso à relação das empresas em conformidade com as normas, acesse o site da Afeal (http://www.afeal.com.br) ou do Ministério das Cidades (www.cidades.gov.br/pbqp-h), atualizados trimestralmente. Fique atento!
 

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