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Sindicato quer greve
se contraproposta
não sair até dia 13

Pedro Souza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Metalúrgicos concordam com reajuste salarial de reposição de inflação, mais alta de 2%


Pedro Souza
do Diário do Grande ABC

06/09/2013 | 07:07


O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC garantiu que haverá greve geral nas fábricas de São Bernardo, Diadema, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, caso os patrões não se posicionem até o dia 13 quanto às suas reivindicações da campanha salarial de 2013.

Esse é o prazo para que os empresários, por meio do sindicato patronal, apresentem sua contraproposta. Porém, para forçar os patrões, hoje terão início assembleias com paralisações em cinco empresas de São Bernardo e Diadema. “Vamos parar durante uma hora, duas horas ou até os empresários pedirem pelo amor de Deus para voltar a produção e concordar em participar ativamente das negociações salariais”, afirmou o presidente da entidade, Rafael Marques.

Ontem no começo da noite, durante assembleia realizada na subsede de Diadema da entidade, cerca de 500 metalúrgicos concordaram com os pedidos do sindicato. E também aceitaram, como proposta coletiva da classe, o reajuste dos salários de 2% de aumento real (inflação mais dois pontos percentuais).

As empresas que terão assembleia, às 7h, e a produção paralisada são a ZF e a Grundfos, em São Bernardo, e a TRW, a Metaltork e a Autometal, em Diadema.

“As assembleias e as paralisações são uma forma de forçarmos os empresários a participarem das negociações salariais”, disse Marques. Ele garantiu que, até ontem, os empresários não se manifestaram sobre as reivindicações.

Os principais itens da pauta metalúrgica são o aumento real no salário, valorização nos pisos salariais, redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas
semanais sem diminuição de salário e a ampliação e unificação de direitos em convenção coletiva de trabalho. As negociações seguem, por enquanto, pela FEM/CUT (Federação dos Sindicatos Metalúrgicos da Central Única dos Trabalhadores/SP).
 



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Sindicato quer greve
se contraproposta
não sair até dia 13

Metalúrgicos concordam com reajuste salarial de reposição de inflação, mais alta de 2%

Pedro Souza
do Diário do Grande ABC

06/09/2013 | 07:07


O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC garantiu que haverá greve geral nas fábricas de São Bernardo, Diadema, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, caso os patrões não se posicionem até o dia 13 quanto às suas reivindicações da campanha salarial de 2013.

Esse é o prazo para que os empresários, por meio do sindicato patronal, apresentem sua contraproposta. Porém, para forçar os patrões, hoje terão início assembleias com paralisações em cinco empresas de São Bernardo e Diadema. “Vamos parar durante uma hora, duas horas ou até os empresários pedirem pelo amor de Deus para voltar a produção e concordar em participar ativamente das negociações salariais”, afirmou o presidente da entidade, Rafael Marques.

Ontem no começo da noite, durante assembleia realizada na subsede de Diadema da entidade, cerca de 500 metalúrgicos concordaram com os pedidos do sindicato. E também aceitaram, como proposta coletiva da classe, o reajuste dos salários de 2% de aumento real (inflação mais dois pontos percentuais).

As empresas que terão assembleia, às 7h, e a produção paralisada são a ZF e a Grundfos, em São Bernardo, e a TRW, a Metaltork e a Autometal, em Diadema.

“As assembleias e as paralisações são uma forma de forçarmos os empresários a participarem das negociações salariais”, disse Marques. Ele garantiu que, até ontem, os empresários não se manifestaram sobre as reivindicações.

Os principais itens da pauta metalúrgica são o aumento real no salário, valorização nos pisos salariais, redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas
semanais sem diminuição de salário e a ampliação e unificação de direitos em convenção coletiva de trabalho. As negociações seguem, por enquanto, pela FEM/CUT (Federação dos Sindicatos Metalúrgicos da Central Única dos Trabalhadores/SP).
 

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