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Ativistas acusam regime de usar armas químicas



21/08/2013 | 05:45


Dezenas de pessoas foram mortas ou ficaram feridas em ataques do Exército em regiões próximas a Damasco nesta quarta-feira, segundo informações de ONGs. Ativistas acusam o regime sírios de bombardear seus alvos com gás tóxico. Contudo, o governo nega as acusações.

"As forças do regime (...) intensificaram as operações militares em áreas de Ghouta Oriental e Ghouta Ocidental da região de Damasco com lançadores de foguetes e aeronaves, causando dezenas de mortos e feridos", disse o Observatório Sírio para Direitos Humanos.

O Comitê de Coordenação Local (LCC, na sigla em inglês), uma rede de ativistas, registrou centenas de vítimas por causa do "uso brutal de gás tóxico pelo regime criminoso em partes de Ghouta ocidental".

Em vídeos colocados no YouTube, a Comissão da Revolução Geral Síria, outro grupo de ativistas, mostrou o que ela chamou de "um terrível massacre cometido por forças do regime com gás tóxico, deixando dezenas de mártires e feridos".

O ataque "levou à asfixia de crianças e superlotação de hospitais, com centenas de mortos em meio à extrema escassez de suprimentos médicos para resgatar as vítimas", disse o LCC, em uma declaração em inglês.

Ghouta Oriental "também foi bombardeada por aviões de guerra após o ataque químico, que ainda está em curso, o que causou centenas de mortos e vítimas, incluindo famílias inteiras", disse.

A alegação do uso de armas químicas contra áreas densamente povoadas ocorreu no segundo dia de uma missão de inspetores da Organização das Nações Unidas na Síria.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, insistiu na segunda-feira que os inspetores tenham acesso irrestrito a locais onde armas químicas da Síria supostamente foram usadas no conflito.

Os inspetores deverão visitar três locais, incluindo Khan al-Assal perto de Aleppo, no norte do país. Eles devem ficar na Síria por 14 dias, com a possibilidade de uma prorrogação da missão.

As autoridades sírias negaram as acusações de que o Exército utilizou armas químicas em ataques contra áreas perto da capital na quarta-feira. "Os relatos sobre o uso de armas químicas em (subúrbios de) Ghouta são totalmente falsos", disse a agência de notícias estatal SANA.

O órgão classificou como "infundados" os relatos de ativistas da oposição, transmitidos pela Al-Jazeera, Sky e outros canais de notícias via satélite, "que estão envolvidos no derramamento de sangue sírio e apoiam o terrorismo". Fonte: Dow Jones Newswires.



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Ativistas acusam regime de usar armas químicas


21/08/2013 | 05:45


Dezenas de pessoas foram mortas ou ficaram feridas em ataques do Exército em regiões próximas a Damasco nesta quarta-feira, segundo informações de ONGs. Ativistas acusam o regime sírios de bombardear seus alvos com gás tóxico. Contudo, o governo nega as acusações.

"As forças do regime (...) intensificaram as operações militares em áreas de Ghouta Oriental e Ghouta Ocidental da região de Damasco com lançadores de foguetes e aeronaves, causando dezenas de mortos e feridos", disse o Observatório Sírio para Direitos Humanos.

O Comitê de Coordenação Local (LCC, na sigla em inglês), uma rede de ativistas, registrou centenas de vítimas por causa do "uso brutal de gás tóxico pelo regime criminoso em partes de Ghouta ocidental".

Em vídeos colocados no YouTube, a Comissão da Revolução Geral Síria, outro grupo de ativistas, mostrou o que ela chamou de "um terrível massacre cometido por forças do regime com gás tóxico, deixando dezenas de mártires e feridos".

O ataque "levou à asfixia de crianças e superlotação de hospitais, com centenas de mortos em meio à extrema escassez de suprimentos médicos para resgatar as vítimas", disse o LCC, em uma declaração em inglês.

Ghouta Oriental "também foi bombardeada por aviões de guerra após o ataque químico, que ainda está em curso, o que causou centenas de mortos e vítimas, incluindo famílias inteiras", disse.

A alegação do uso de armas químicas contra áreas densamente povoadas ocorreu no segundo dia de uma missão de inspetores da Organização das Nações Unidas na Síria.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, insistiu na segunda-feira que os inspetores tenham acesso irrestrito a locais onde armas químicas da Síria supostamente foram usadas no conflito.

Os inspetores deverão visitar três locais, incluindo Khan al-Assal perto de Aleppo, no norte do país. Eles devem ficar na Síria por 14 dias, com a possibilidade de uma prorrogação da missão.

As autoridades sírias negaram as acusações de que o Exército utilizou armas químicas em ataques contra áreas perto da capital na quarta-feira. "Os relatos sobre o uso de armas químicas em (subúrbios de) Ghouta são totalmente falsos", disse a agência de notícias estatal SANA.

O órgão classificou como "infundados" os relatos de ativistas da oposição, transmitidos pela Al-Jazeera, Sky e outros canais de notícias via satélite, "que estão envolvidos no derramamento de sangue sírio e apoiam o terrorismo". Fonte: Dow Jones Newswires.

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