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Químicos iniciam
campanha salarial

Tiago Silva/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Com data base em 1º de novembro, funcionários
votarão nesta sexta-feira a pauta de reivindicação


Tauana Marin
do Diário do Grande ABC

21/08/2013 | 07:00


Foi dada a largada à campanha salarial. Na sexta-feira, trabalhadores químicos irão se reunir em assembleia para votar a pauta de reivindicação deste ano. O objetivo é antecipar as rodadas de negociação, já que a data base é em 1º de novembro.

As principais cláusulas que compõem o documento são: reajuste salarial de 13% (somadas perdas salariais e aumento real); redução da jornada de trabalho, com sábados e domingos livres; licença-maternidade de 180 dias (passando de quatro para seis meses); cesta básica gratuita (valor base de junho, calculada pelo Dieese – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – em São Paulo, de R$ 340,46) e aumento nos pisos salariais para R$ 1.550 (hoje, a base está em R$ 1.073,60 para empresas com mais de 50 trabalhadores e em R$ 1.056,44 para companhias com até 50 colaboradores). “Nossa expectativa é que a classe trabalhadora aprove as reivindicações que elaboramos. Em caso positivo, entregaremos a pauta à bancada patronal no dia 28. No prazo de uma semana, é provável que tenhamos um retorno, uma contraproposta dos empresários”, assinala Raimundo Suzart, diretor do Sindicato dos Químicos do ABC e coordenador da Fetquim (Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico da CUT do Estado de São Paulo).

O dirigente sindical explica que, para corrigir os valores dos pisos atuais, foi aplicada a correção que o salário-mínimo (hoje em R$ 678) teve de 2002 até este ano. “Estamos positivos para as negociações. O cenário econômico melhorou muito, em relação a 2012, as empresas tiveram redução dos gastos com energia elétrica entre 25% e 30%, por exemplo. Mas isso não quer dizer que será fácil.”

HISTÓRICO - Em 2012, os funcionários químicos aprovaram reajuste de 7,8% sobre os salários (sendo 1,71% de aumento real e 5,9% de reposição da inflação). No entanto, no início da campanha, os trabalhadores pediam 12% de aumento. O acordo foi firmado entre as partes no dia 9 de novembro.

A categoria é formada por 40 mil trabalhadores nos setores químico, petroquímico, plástico, tintas e vernizes, resinas sintéticas e colas e de explosivo. A campanha salarial é coordenada pela Fetquim e abrange 190 mil químicos.

SERVIÇO: A assembleia está marcada para sexta-feira (23), às 18h, na sede do Sindicato (Avenida Lino Jardim, 401, Vila Bastos, em Santo André).



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Químicos iniciam
campanha salarial

Com data base em 1º de novembro, funcionários
votarão nesta sexta-feira a pauta de reivindicação

Tauana Marin
do Diário do Grande ABC

21/08/2013 | 07:00


Foi dada a largada à campanha salarial. Na sexta-feira, trabalhadores químicos irão se reunir em assembleia para votar a pauta de reivindicação deste ano. O objetivo é antecipar as rodadas de negociação, já que a data base é em 1º de novembro.

As principais cláusulas que compõem o documento são: reajuste salarial de 13% (somadas perdas salariais e aumento real); redução da jornada de trabalho, com sábados e domingos livres; licença-maternidade de 180 dias (passando de quatro para seis meses); cesta básica gratuita (valor base de junho, calculada pelo Dieese – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – em São Paulo, de R$ 340,46) e aumento nos pisos salariais para R$ 1.550 (hoje, a base está em R$ 1.073,60 para empresas com mais de 50 trabalhadores e em R$ 1.056,44 para companhias com até 50 colaboradores). “Nossa expectativa é que a classe trabalhadora aprove as reivindicações que elaboramos. Em caso positivo, entregaremos a pauta à bancada patronal no dia 28. No prazo de uma semana, é provável que tenhamos um retorno, uma contraproposta dos empresários”, assinala Raimundo Suzart, diretor do Sindicato dos Químicos do ABC e coordenador da Fetquim (Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico da CUT do Estado de São Paulo).

O dirigente sindical explica que, para corrigir os valores dos pisos atuais, foi aplicada a correção que o salário-mínimo (hoje em R$ 678) teve de 2002 até este ano. “Estamos positivos para as negociações. O cenário econômico melhorou muito, em relação a 2012, as empresas tiveram redução dos gastos com energia elétrica entre 25% e 30%, por exemplo. Mas isso não quer dizer que será fácil.”

HISTÓRICO - Em 2012, os funcionários químicos aprovaram reajuste de 7,8% sobre os salários (sendo 1,71% de aumento real e 5,9% de reposição da inflação). No entanto, no início da campanha, os trabalhadores pediam 12% de aumento. O acordo foi firmado entre as partes no dia 9 de novembro.

A categoria é formada por 40 mil trabalhadores nos setores químico, petroquímico, plástico, tintas e vernizes, resinas sintéticas e colas e de explosivo. A campanha salarial é coordenada pela Fetquim e abrange 190 mil químicos.

SERVIÇO: A assembleia está marcada para sexta-feira (23), às 18h, na sede do Sindicato (Avenida Lino Jardim, 401, Vila Bastos, em Santo André).

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