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Representantes dos metalúrgicos e patrões seguem em negociação


Tauana Marin

13/08/2013 | 07:22


Dando continuidade às rodadas de negociação salarial, ontem, a FEM/ CUT (Federação dos Sindicatos de Metalúrgicos da CUT de São Paulo) esteve com as bancadas patronais dos Grupos 10 e 2, na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Os dois setores representam 27,7 mil trabalhadores na base do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. No País, o contingente é maior: 110,5 mil colaboradores.

 As principais reivindicações são a reposição integral da inflação, aumento real no salário, valorização nos pisos salariais, redução da jornada de trabalho, sem diminuição de salário e ampliação e unificação de direitos em Convenção Coletiva de Trabalho.

 A campanha da federação tem pauta ‘cheia’, ou seja, serão negociadas com os patrões a renovação, a melhoria e a ampliação das cláusulas econômicas (aumento salarial e pisos) e sociais.

 Vale ressaltar que no primeiro encontro é elaborado o calendário de reivindicações. Neste ano, os metalúrgicos de montadoras ficam de fora da campanha salarial da federação, já que as negociações serão feitas diretamente com o sindicato da região. No Grande ABC, fazem parte desse segmento 35,3 mil trabalhadores.   



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Representantes dos metalúrgicos e patrões seguem em negociação

Tauana Marin

13/08/2013 | 07:22


Dando continuidade às rodadas de negociação salarial, ontem, a FEM/ CUT (Federação dos Sindicatos de Metalúrgicos da CUT de São Paulo) esteve com as bancadas patronais dos Grupos 10 e 2, na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Os dois setores representam 27,7 mil trabalhadores na base do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. No País, o contingente é maior: 110,5 mil colaboradores.

 As principais reivindicações são a reposição integral da inflação, aumento real no salário, valorização nos pisos salariais, redução da jornada de trabalho, sem diminuição de salário e ampliação e unificação de direitos em Convenção Coletiva de Trabalho.

 A campanha da federação tem pauta ‘cheia’, ou seja, serão negociadas com os patrões a renovação, a melhoria e a ampliação das cláusulas econômicas (aumento salarial e pisos) e sociais.

 Vale ressaltar que no primeiro encontro é elaborado o calendário de reivindicações. Neste ano, os metalúrgicos de montadoras ficam de fora da campanha salarial da federação, já que as negociações serão feitas diretamente com o sindicato da região. No Grande ABC, fazem parte desse segmento 35,3 mil trabalhadores.   

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