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Urbanização do Pintassilgo
vai custar R$ 140 milhões

Tiago Silva/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Obras no núcleo incluem drenagem, construção
de moradias e, se necessário, adequações viárias


Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

12/08/2013 | 07:00


A Prefeitura de Santo André estima que seja necessário investimento de aproximadamente R$ 140 milhões para reurbanizar completamente o núcleo Pintassilgo, no Parque do Pedroso. As intervenções, previstas para estarem encaminhadas até 2015, incluem desde obras de drenagem, remoção de famílias, se necessário, adequações viárias e construção de unidades habitacionais.

Conforme explica a secretária adjunta de Habitação, Denise Zirondi, a urbanização da área de manancial dependerá, além do estudo que começou a ser feito no local, de captação de recursos junto ao governo federal. “Nosso desejo é que essa questão já esteja encaminhada até o fim desta gestão, mas não depende só da Prefeitura”, destaca.

A ideia é que o projeto urbanístico para o local, próximo à Represa Billings e com cerca de 40 anos de ocupação, seja construído em parceria com a comunidade. “Montamos uma comissão de moradores e teremos reuniões trimestrais”, afirma Denise. Entre as ideias para o núcleo está a construção de área comercial para facilitar o dia a dia da população.

A administração assinou contrato, em julho, com empresa para elaboração de estudo para a urbanização do núcleo Pintassilgo no valor de R$ 546 mil. A meta é mapear a área e cadastrar as famílias que moram no local.

A empresa vencedora terá a responsabilidade de fazer análise topográfica e identificar a necessidade ou não de remoção de moradias. A expectativa é que a avaliação seja concluída no prazo de sete meses.

O projeto começa a sair do papel dois anos e meio depois de anunciado pelo então prefeito Aidan Ravin (PTB). Em março de 2011, a Prefeitura assinou termo de compromisso para a liberação de verba por meio do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento), no entanto, o projeto não avançou. “Quando assumimos, aceleramos os trâmites, que estavam caminhando em passos muito lentos, e avaliamos que era melhor continuar com a licitação que já estava em andamento, ainda que sejam necessárias algumas adequações”, explica a secretária adjunta. Segundo ela, há o risco de ter aumentado o número de ocupações na área e, com isso, há necessidade de detalhar o mapeamento.

De acordo com o projeto, para a execução das obras e recuperação das áreas ambientalmente sensíveis, será preciso remover parte das famílias. Essas pessoas serão reassentadas em espaços do próprio núcleo, segundo a Prefeitura. Já os moradores instalados em locais considerados de risco serão removidos e realocados por meio de programas de moradia popular.

Denise esclarece que, por se tratar de área de manancial, todo o projeto de urbanização é diferenciado e feito em parceria com o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André). 



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