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Prédio comercial de Ribeirão sofre arrastão durante a madrugada

Marina Brandão/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Oito das dez salas existentes no local foram invadidas e comerciantes só viram na manhã


Rafael Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

09/08/2013 | 07:00


Um prédio comercial localizado no Centro de Ribeirão Pires foi alvo de arrastão ocorrido durante a madrugada de ontem. Segundo o registro da ocorrência feito na delegacia da cidade, ao menos oito estabelecimentos foram invadidos e quatro tiveram pertences levados pelos criminosos.

O crime só foi descoberto após o primeiro lojista chegar no local, por volta das 8h30. Ele encontrou a porta aberta, mas sem sinal de arrombamento. Quando chegou a seu escritório, encontrou papéis jogados no chão e reparou na ausência de dois computadores. Com a chegada dos outros, foi confirmado que a maioria dos espaços alugados do prédio acabou sendo alvo.

Foram levados mais de R$ 5.600 em dinheiro pelos criminosos, além de equipamentos eletrônicos, como laptops e computadores de um despachante, imobiliária, consultório odontológico e salão de beleza.

A polícia não tinha pistas sobre os autores até o fechamento desta edição. Acredita, no entanto, que pelo menos três pessoas possam ter participado da ação. A perícia esteve no local e constatou, inicialmente, que as portas devem ter sido abertas com o uso de chaves falsas universais. Dificulta a investigação policial o fato de o local não possuir câmeras de vigilância.

Alguns dos comerciantes que sofreram os furtos relataram aos policiais militares que atenderam a ocorrência que o prédio amanheceu pichado no início da semana, o que pode ter sido um alerta para avisar a provável quadrilha onde deveria cometer o crime.

“Na hora ninguém pensou nisso, mas depois você para, pensa e acredita que realmente pode ter algo a ver”, afirmou um dos trabalhadores do local, de 43 anos, que preferiu não se identificar. “Foi como se tivéssemos deixado a porta aberta. Não tinha nada arrombado ou quebrado, descobriram que era fácil invadir aqui”, completou. As investigações sobre o caso continuarão.  



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