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Mesmo com maior
deficit, Diadema não
adere a Mais Médicos

Tiago Silva/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeitura alega problemas no sistema e diz que já contatou ministério para reverter situação


Thaís Moraes
Do Diário do Grande ABC

30/07/2013 | 07:00


O município de Diadema, cidade que possui a maior demanda por médicos na região e necessita de 80 profissionais para completar o quadro nas UBS (Unidades Básicas de Saúde) e PSF (Programa Saúde da Família), foi a única do Grande ABC que não aderiu ao Programa Mais Médicos, lançado no início do mês pelo governo federal.

A iniciativa prevê ampliar a presença de profissionais na Atenção Básica da rede pública de Saúde em todo o País. O profissional que aderir ao projeto receberá bolsa de R$ 10 mil mensais, além de ajuda de custo.

Questionada, a Prefeitura informou que, devido a problemas técnicos no site do Ministério da Saúde, não foi possível concluir a adesão. E que no dia 25, último para realizar a inscrição, o servidor teria saído do ar e só retornado no dia 27. A Secretaria de Saúde disse que fez reclamação junto à Pasta e aguarda posição.

O Ministério da Saúde, por sua vez, reconhece que o último dia de inscrições teve grande número de acessos e, com isso, a navegação ficou lenta, mas garante que em nenhum momento o site ficou fora do ar. O departamento também informou que municípios e médicos que por algum motivo não conseguiram efetuar a inscrição terão outra chance a partir de 15 de agosto, quando será aberto novo prazo.

REGIÃO

Embora qualquer município possa participar da iniciativa, existem aqueles considerados prioritários pelo Ministério da Saúde. Na região, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra são os únicos que fazem parte da lista.

Em Ribeirão Pires, foram solicitados sete médicos generalistas para integrar as equipes de estratégia da família e que atendem nos jardins Luzo, Caçula e Valentina, Quarta Divisão e Vila Sueli. Atualmente, faltam 18 clínicos gerais para atender toda a demanda.

Na tentativa de amenizar o problema, a Prefeitura e a Fundação ABC assinaram convênio em caráter de urgência, na sexta-feira, para preencher 22 vagas de médicos, oito de enfermeiros e 25 de técnicos de enfermagem que atenderão a rede pública.

Já Rio Grande da Serra solicitou seis médicos, um a mais do que a demanda pede, mas informou que dependendo do número de profissionais que efetivamente venham a participar do programa haverá outras contratações.

Mauá registra falta de 41 médicos. A Prefeitura inscreveu no programa federal 19 UBSs, 15 delas funcionando em áreas de maior vulnerabilidade social. A contratação de médicos por intermédio da Fundação ABC permanece.

Santo André sofre com a falta de 14 profissionais e requeriu vagas que serão distribuídas nas unidades Utinga, Moyses Fucs, Jardim Irene 2, Vila Lucinda e Recreio da Borda do Campo. As contratações imediatas também continuam.

São Bernardo solicitou 20 profissionais ao Ministério da Saúde, mas também mantém a contratação regular de caráter emergencial.

Já São Caetano causou surpresa ao aderir ao Mais Médicos, já que, por não ter dificuldade na contratação de profissionais, não tinha planos em participar da medida. 



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Mesmo com maior
deficit, Diadema não
adere a Mais Médicos

Prefeitura alega problemas no sistema e diz que já contatou ministério para reverter situação

Thaís Moraes
Do Diário do Grande ABC

30/07/2013 | 07:00


O município de Diadema, cidade que possui a maior demanda por médicos na região e necessita de 80 profissionais para completar o quadro nas UBS (Unidades Básicas de Saúde) e PSF (Programa Saúde da Família), foi a única do Grande ABC que não aderiu ao Programa Mais Médicos, lançado no início do mês pelo governo federal.

A iniciativa prevê ampliar a presença de profissionais na Atenção Básica da rede pública de Saúde em todo o País. O profissional que aderir ao projeto receberá bolsa de R$ 10 mil mensais, além de ajuda de custo.

Questionada, a Prefeitura informou que, devido a problemas técnicos no site do Ministério da Saúde, não foi possível concluir a adesão. E que no dia 25, último para realizar a inscrição, o servidor teria saído do ar e só retornado no dia 27. A Secretaria de Saúde disse que fez reclamação junto à Pasta e aguarda posição.

O Ministério da Saúde, por sua vez, reconhece que o último dia de inscrições teve grande número de acessos e, com isso, a navegação ficou lenta, mas garante que em nenhum momento o site ficou fora do ar. O departamento também informou que municípios e médicos que por algum motivo não conseguiram efetuar a inscrição terão outra chance a partir de 15 de agosto, quando será aberto novo prazo.

REGIÃO

Embora qualquer município possa participar da iniciativa, existem aqueles considerados prioritários pelo Ministério da Saúde. Na região, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra são os únicos que fazem parte da lista.

Em Ribeirão Pires, foram solicitados sete médicos generalistas para integrar as equipes de estratégia da família e que atendem nos jardins Luzo, Caçula e Valentina, Quarta Divisão e Vila Sueli. Atualmente, faltam 18 clínicos gerais para atender toda a demanda.

Na tentativa de amenizar o problema, a Prefeitura e a Fundação ABC assinaram convênio em caráter de urgência, na sexta-feira, para preencher 22 vagas de médicos, oito de enfermeiros e 25 de técnicos de enfermagem que atenderão a rede pública.

Já Rio Grande da Serra solicitou seis médicos, um a mais do que a demanda pede, mas informou que dependendo do número de profissionais que efetivamente venham a participar do programa haverá outras contratações.

Mauá registra falta de 41 médicos. A Prefeitura inscreveu no programa federal 19 UBSs, 15 delas funcionando em áreas de maior vulnerabilidade social. A contratação de médicos por intermédio da Fundação ABC permanece.

Santo André sofre com a falta de 14 profissionais e requeriu vagas que serão distribuídas nas unidades Utinga, Moyses Fucs, Jardim Irene 2, Vila Lucinda e Recreio da Borda do Campo. As contratações imediatas também continuam.

São Bernardo solicitou 20 profissionais ao Ministério da Saúde, mas também mantém a contratação regular de caráter emergencial.

Já São Caetano causou surpresa ao aderir ao Mais Médicos, já que, por não ter dificuldade na contratação de profissionais, não tinha planos em participar da medida. 

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