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Saia Justa

Ronaldo passou na Avenida Sernambetiba, no Rio, com a mesma volúpia que enfrentou os zagueiros pelo mundo. O pedaço não lhe era estranho


Especial para o Diário

02/05/2008 | 00:00


Ronaldo passou na Avenida Sernambetiba, no Rio, com a mesma volúpia que enfrentou os zagueiros pelo mundo. O pedaço não lhe era estranho, diferente dos buracos dos gramados que já lhe provocaram grandes contusões.

 

Desta vez, o atendimento não foi no departamento médico de nenhum clube e sim na 16ª Delegacia de Polícia da Barra da Tijuca.

 

O atacante estava buscando uma emoção diferente. Ou segundo sua declaração, alguém para poder extravasar. Não é possível entrar no mérito dessa questão, até porque os envolvidos são as únicas testemunhas. Mas transformar a cama de um motel num divã de psicanalista e ainda mais com três travestis não é uma coisa normal.

 

As gozações são as mais diversas. Mas o fato merece pena. Pelo craque que representou, Ronaldo poderia ter um ocaso na carreira com mais dignidade. Mesmo levando-se em consideração os diversos problemas pessoais que enfrentou e que se transformaram em escândalos.

 

A Polícia vai apurar quem tem razão. Mas isso é o que menos importa. Um homem que se traveste e se prostitui chega ao fundo do poço e da moral. E um outro homem, mesmo alegando que contratou os serviços de três travestis pensando que eram mulheres, merece compaixão e piedade.

 

INGRESSOS

Não sou cambista, nem bilheteiro. Acho que estou ficando velho e sem paciência. O fato sempre acontece em épocas de finais de campeonatos. Mas desta vez a euforia palmeirense está conseguindo tirar o meu sossego.

 Desde domingo meus telefones não param de tocar. Os celulares, no meu escritório e até na minha residência. São amigos e amigos dos amigos. São autoridades, desconhecidos e todo tipo de gente que quer um ingresso para ver o jogo de domingo no Palestra Itália.

 

Um deles teve o desplante de dizer que gostaria de assistir a decisão na cabine da Transamérica e para tanto precisava de cinco convites. Como se o espaço fosse um salão do Palácio Imperial.

 

Antigamente eu administrava bem tudo isso. Mas com o passar do tempo não estou conseguindo mais explicar civilizadamente que ingresso é com os bilheteiros e convites com os organizadores dos espetáculos.

 

Márcio Bernardes é âncora da rede Transamérica de Rádio e professor universitário. www.marciobernardes.com.br



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