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Acidente

A grave contusão de Kleberson está sendo atribuída por alguns ao amistoso do Brasil contra a Estônia


Especial para o Diário

18/08/2009 | 00:00


A grave contusão de Kleberson está sendo atribuída por alguns ao amistoso do Brasil contra a Estônia, chamado de caça-níquel.

É difícil não reconhecer que o jogo interessou muito mais ao caixa da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) do que ao planejamento da comissão técnica.

Para aproveitar a data-Fifa, é verdade que um adversário mais categorizado poderia ser enfrentado. Mas sabe-se lá a razão disso não ter acontecido.

Respeito as opiniões em contrário, mas entendo que é sempre louvável marcar jogos para a seleção. O grupo se reúne, o técnico tem a chance de fazer experiências, por menos tempo que haja para se fazer treinamentos é possível auferir aspectos positivos.

O Flamengo vai sofrer com a ausência de Kleberson, mas sua contusão deve ser atribuída a um fato esporádico, alheio à vontade de qualquer um. Uma infelicidade e para ser mais coloquial, um baita de um azar.

DOBRADINHA
Rio de Janeiro e Madri teriam feito um pacto. João Havelange e o Rei Juan Carlos seriam os representantes das duas cidades. Chicago seria o alvo de ambos.

A capital de Illinois tem um ilustre cabo eleitoral: Barack Obama. E leva vantagem para ser a sede da Olimpíada de 2016.

Havelange e Juan Carlos têm encontro marcado para setembro. Podem combinar que a cidade preterida pelo COI apoiaria a outra. Será?

USAIN BOLT
O jamaicano ganhou os 100 m com recorde mundial de 9,58s. Além de campeão olímpico, tornou-se o senhor dos mundos.

Não tem para ninguém. Nem para Tyson Gay e Asafa Powell, outros dois monstros sagrados do atletismo, que se curvam para o melhor de todos.

Conheci Bolt no ano passado em Pequim. É uma figura! Cruzamos três ou quatro vezes na Vila Olímpica depois dele ter faturado a medalha de ouro no Ninho de Pássaro.

Ele é um apaixonado pelo futebol brasileiro. E pelo Brasil. Disse-lhe para vir no Carnaval. Ele quis saber mais detalhes. Contei-lhe como é a festa. Ele abria sempre sorrisos debochados e interessados.

É capaz de o Brasil receber qualquer dia essa visita tão ilustre. Seria uma ótima oportunidade para que nossas crianças e jovens carentes vissem de perto um bom exemplo de superação. Bolt é igual a maioria dos brasileiros. Aproveitou sua genética para treinar sério. E venceu!



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