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Campeão

No começo da competição, pelo que mostrou, poucos poderiam apostar no Peixe


Especial para o Diário

24/06/2011 | 00:00


O Santos mereceu ganhar a Libertadores. A campanha começou vacilante, mas após a estreia de Muricy Ramalho e aquela heroica vitória sobre o Cerro Porteño em pleno Paraguai, sem dúvida, o time deslanchou.

No começo da competição, pelo que mostrou, poucos poderiam apostar no Peixe. O triunfo em Assunção deu confiança ao grupo. E a experiência de Muricy melhorou o ambiente.

A defesa passou a ser mais protegida pelo meio-campo e os gols dos adversários rarearam. Neymar, Elano e até o batalhador Zé Love tiveram mais tranquilidade para atacar e marcar gols.

A contusão de Paulo Henrique Ganso tirou a peça mais criativa do time, mas o técnico soube como substituí-la. Houve a compensação. Perdeu-se qualidade, mas ganhou-se efetividade.

Ninguém alegará que a conquista foi um acaso. Ela veio com os méritos de uma equipe que mostrou competência. O grupo do Santos e a sua comissão técnica, especialmente Muricy Ramalho, fizeram por merecer. E mereceram mesmo!

A próxima parada é a estação Yokohama.

GANSO PODE FICAR

É muito provável que a mesa do presidente Luis Álvaro fique cheia de cheques recheados que querem pagar o passe de Paulo Henrique Ganso.

Diferente da situação de Neymar, cujos direitos são quase integralmente do clube, a permanência de Ganso vai depender muito do próprio jogador.

Os outros donos do passe querem realizar o lucro e vendê-lo logo. Já disseram que temem por novas contusões do meia. E os clubes europeus vêm com ambição de fechar negócio.

Se Ganso disser que não quer ir agora, não tem como o negócio ser fechado. E quem será muito importante na decisão do jogador será o técnico Muricy Ramalho.

Aliás, as conversas, em forma de brincadeira e comemoração, já começaram no vestiário do Pacaembu. Muricy disse para Ganso: "Deixe para ir embora no ano que vem. Fique aqui e nos ajude a ganhar o título mundial". O sorriso do meia foi mais pra ficar do que sair.

CAUTELA

Mano Menezes deixou claro como será a Seleção Brasileira na Copa América; cautelosa, fechadinha, jogando nos contra-ataques.

A entrega do favoritismo aos argentinos tem coerência. Segundo o técnico, afinal, eles são os anfitriões da competição e vão jogar com a torcida apoiando.

Mano quer comer pelas bordas. Ele sabe que a batata pode assar se o Brasil não ganhar a Copa América. E também sabe que o time não pode decepcionar.

Márcio Bernardes é âncora da rede Transamérica de Rádio e professor universitário. www.marciobernardes.com.br



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