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Sobrevida

Com gol de pênalti inexistente, mas outro não marcado, o Corinthians obteve o triunfo bem ao seu velho estilo


Especial para o Diário

02/09/2011 | 00:00


O frio estava intenso. A temperatura beirou os 10ºC. E a Fiel aqueceu o Pacaembu, motivando de tal forma o time, que mesmo diante de um adversário de respeito, conseguiu a vitória. Com gol de pênalti inexistente, mas outro não marcado, o Corinthians obteve o triunfo bem ao seu velho estilo. Com luta, raça e muita disposição.

A liderança do Brasileiro foi mantida e o emprego de Tite também. Aliás, o treinador estava numa noite inspirada. Conduziu muito bem o time e fez alterações importantes.

Entretanto, como dissemos na última coluna, inexplicavelmente, o técnico continua pendurado. É o avesso do avesso!

QUE PASSA TRICOLOR?

Nos dez jogos que disputou fora de casa o São Paulo obteve seis vitórias, dois empates e duas derrotas. Nos dez jogos em seu estádio foram quatro vitórias, três empates e três derrotas. A torcida, desiludida, pergunta: "O que estaria acontecendo com o time quando joga no Morumbi?".

A resposta não é difícil. O São Paulo gosta e prefere jogar nos contra-ataques. É desta forma que ele é treinado. Em casa, como tem obrigação de atacar sente mais dificuldades. Quem está preocupado é Adilson Batista. Desde a sua estreia, empate em casa com o Atlético-GO, a torcida tem mostrado que não gostou da sua contratação.

Sempre passional e impaciente, o torcedor somente será convencido da capacidade do treinador caso o seu time vença, vença e vença. Como não está acontecendo isso, principalmente em casa, todo jogo se ouve vaia para Adilson no Morumbi.

UMA NO CRAVO...

A derrota no Engenhão fez a torcida do Palmeiras encerrar a comemoração da vitória no clássico com o Corinthians. É preciso reconhecer que o grupo é limitado e o que se faz no Brasileiro é quase um milagre.

O ideal seria que Felipão mantivesse a tradição e jogasse com três zagueiros, ao invés de quatro volantes. Os jogadores fazem menos confusão tática. Ou, na pior das hipóteses, com dois zagueiros e dois volantes.

O time no Rio mostrou futebol completamente diferente ao de domingo, em Presidente Prudente. Confuso e dando muitos espaços, facilitou a missão do Botafogo. E o resultado foi uma grande decepção.

Márcio Bernardes é âncora da rede Transamérica de Rádio e professor universitário. http://www.marciobernardes.com.br/



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