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Quarta gorda

Para quem gosta de futebol quarta-feira teve noite memorável. Jogos decisivos, cheios de disputa e emoção, especialmente em Barueri, Rio de Janeiro


Especial para o Diário

25/05/2012 | 00:00


Para quem gosta de futebol quarta-feira teve noite memorável. Jogos decisivos, cheios de disputa e emoção, especialmente em Barueri, Rio de Janeiro, Pacaembu e Goiânia.

Quem não viu o jogo do Palmeiras pensa que foi fácil ganhar por 2 a 0 do Atlético-PR. No primeiro tempo ficou evidente o domínio da equipe paranaense. E com várias chances perdidas.

O Palmeiras voltou diferente no segundo tempo e as entradas de Luan e Maicon Leite foram fundamentais. Foi indiscutível a classificação.

Vasco e Corinthians fizeram jogo nervoso. Muita marcação e pouca preocupação com o ataque. Os técnicos queriam primeiro não tomar gol. Depois, se possível, fazer ao menos um.

Foram algumas boas oportunidades dos times. Diego Souza perdeu gol quase feito e Emerson acertou a trave na sequência. Paulinho marcou no fim e a Fiel Torcida, bem ao seu estilo, comemorou a classificação com merecida euforia.

Já no Rio de Janeiro o Fluminense foi melhor que o Boca Juniors, marcou primeiro, mas sofreu o gol de empate no fim da partida. Como a equipe argentina havia vencido por 1 a 0 na semana passada em Buenos Aires, o empate tirou o Tricolor da Libertadores.

Foi injusto, pois o Boca, apesar da indiscutível garra, não se preocupou em jogar futebol. Pensava apenas no pragmatismo do resultado.

Para completar tanta emoção o São Paulo comprovou a supremacia sobre o Goiás, classificando-se à semifinal da Copa do Brasil. Importante mesmo foi a vitória no primeiro jogo. Com 2 a 0, o Tricolor paulista enfrentou o adversário no Serra Dourada com tranquilidade e categoria.

Já imaginaram uma final entre São Paulo e Palmeiras?

BOM-SENSO

Sem procuração para defender Leão e Felipão, que, aliás, têm seus defeitos, especialmente o palmeirense, que não vive seu melhor momento, chega a nos surpreender a burrice das diretorias de São Paulo e Palmeiras.

Os cartolas, não se sabe a razão, fazem força para desestabilizar o ambiente. Fomentam fofocas para os repórteres, querem derrubar seus técnicos e, mesmo assim, os times chegaram à situação confortável de disputar a semifinal da Copa do Brasil.

Normalmente, o cartola é um empresário bem-sucedido nas suas atividades profissionais. E não se compreende a razão de ele agir com tanto passionalismo e incompetência quando assume cargo no seu clube do coração.

Dirigente que atrapalha desta forma deveria ficar em casa.

Márcio Bernardes é âncora da rede Transamérica de Rádio e professor universitário. www.marciobernardes.com.br



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