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PP-SP desautoriza aliança local com Paulo Eugenio na eleição de 2014

Secretário geral refuta aliança eleitoral com petista, mas dá aval para legenda ser sustentação ao Paço


Bruno Coelho
Do Diário do Grande ABC

13/07/2013 | 07:00


O secretário geral do PP de São Paulo, Antonio Jesse Ribeiro, braço-direito do deputado federal Paulo Maluf – também presidente estadual da agremiação –, desautoriza aliança do partido em Mauá com o secretário de Mobilidade Urbana, Paulo Eugenio Pereira Júnior (PT), visando a campanha de deputado estadual no próximo ano.

Segundo o progressista, os diretórios municipais somente darão suportes a candidatos da sigla tanto para a Assembleia Legislativa como para Câmara dos Deputados.

Para Jesse Ribeiro, a executiva estadual do PP não enxerga problemas quando se trata de uma aliança majoritária, ou seja, união com outra legenda a um cargo no Executivo. Essa possibilidade, porém, não é refletida para candidaturas a deputado estadual e deputado federal. “Única coisa que exigimos é a fidelidade partidária. A coligação é para (chapa) majoritária e não para deputado estadual. Então não acredito nessa possibilidade (de adesão ao Paulo Eugenio)”, pontuou.

A declaração do dirigente do alto escalão do PP paulista é um balde de água fria para as pretensões do presidente do partido em Mauá, Ronaldo da Comport, que negociava com Paulo Eugenio uma aliança eleitoral. Esse cenário poderia colocar mais uma vez a direção municipal em rota de colisão com o vereador Ivan Gomes, o Batoré (PP), que ainda pensa se será postulante à Assembleia Legislativa ou para a Câmara dos Deputados.

Desde que assumiu provisoriamente a presidência do PP de Mauá, em janeiro, Ronaldo nunca negou que o objetivo da nova direção seria conquistar cargos no Paço. Por essa razão, imediatamente colocou o partido como sustentação ao governo Donisete Braga (PT), mesmo Batoré se declarando independente. A união com Paulo Eugenio seria um atalho para abrir espaço na gestão municipal.

Em contrapartida, Jesse Ribeiro diz que não há empecilhos para o partido ser sustentação à administração petista em Mauá. Como pretexto, ele lembra da aliança existente em São Paulo, onde a legenda é base do prefeito Fernando Haddad (PT). Contudo, sem Batoré, único vereador da agremiação, o PP mauaense perde força para negociar cargos no governo Donisete.

Sobre o futuro eleitoral de Batoré, Jesse Ribeiro garante legenda ao parlamentar, independentemente de qual cargo ele disputar em 2014. “Se Batoré quiser se candidatar a deputado estadual e deputado federal haverá espaço”, assegura.

O progressista, porém, recomenda ao vereador diálogo com a direção municipal para definir estratégia para o pleito. Essa possibilidade, por ora, é descartada por Batoré.



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