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UPA Barão de Mauá
será inaugurada
na terça -feira

Marina Brandão/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Unidade está pronta há um mês e abertura vem sendo adiada para garantir presença de ministro


Guilherme Monfardini
Especial para o Diário

12/07/2013 | 07:00


Apesar de estar pronta há pelo menos um mês, a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Barão de Mauá – localizada no Jardim Maringá – continua com as portas fechadas. Desde junho, a inauguração tem sido condicionada à participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ontem, a Prefeitura garantiu que a cerimônia será realizada na terça-feira, e que os atrasos se deram em virtude da instalação de equipamentos e mobiliário.

Enquanto a unidade não é aberta à população, os moradores do eixo formado pela Avenida Barão de Mauá – região com cerca de 130 mil habitantes – são obrigados a caminhar por cerca de meia hora para chegar ao PS (Pronto-Socorro) São João.

“Moro aqui do lado. Se vier a pé (até a UPA), levo dois minutos, mas preciso ir até o PS e andar mais de 25 minutos para conseguir atendimento para minha filha de 10 meses”, disse a operadora de caixa Juliana Abreu de Assis, 28 anos.

A costureira Ana Paula da Cunha, 42, também reclama da demora na inauguração. “Já faz um bom tempo que o prédio está pronto, mas não funciona”, reclamou.

Ontem, a equipe do Diário conseguiu entrar no prédio com autorização dos responsáveis pela obra. Foi constatado que o local está apto a receber pacientes, uma vez que móveis e aparelhos já foram instalados, inclusive o de raio X.

A Barão de Mauá é a quarta UPA a ser inaugurada na cidade, e atenderá até 500 pacientes por dia em quatro consultórios, que funcionarão 24 horas.

A abertura põe fim a imbróglio que se arrasta desde março de 2011, quando foi iniciada a construção do prédio. As obras foram embargadas pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). A alegação era de que a unidade estava sendo erguida em área de proteção permanente e impedia a regeneração natural da vegetação. Os trabalhos ficaram paralisados por oito meses. O atraso provocou a desistência da empresa vencedora da licitação e outro edital teve de ser publicado. Os trabalhos foram retomados em outubro, 16 meses depois, o que trouxe alívio à vizinhança, já que o canteiro abandonado havia se transformado em ponto de encontro de usuários de drogas. 



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