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Seleção fica mais criteriosa e modo de se vestir, falar e escrita têm papel de destaque


Tauana Marin

08/07/2013 | 07:00


Apresentar um currículo invejável, com diversas habilidades técnicas e boas experiências, não garante a contratação de quem passa por um processo seletivo. Hoje, os aspectos comportamentais também são avaliados, e muitas vezes, servem como critério de ‘desempate’ entre profissionais, no momento da contratação.

“A seleção começa quando o interessado chega no local onde fará testes e passará por entrevistas. Tudo é avaliado: se chegou atrasado ou adiantado, se é educado e cumprimenta as pessoas da recepção, se fica falando ao celular, se demonstra nervosismo. Essas simples atitudes mostram muito do candidato”, explica Elisa Inácio, gerente de seleção da Luandre, empresa voltada a recrutamento e processos seletivos, com unidades instaladas pelo País, inclusive no Grande ABC.

Segundo ela, a roupa, o modo de falar e de se portar são outros quesitos importantes. “Para qualquer função que se pretende preencher, desde cargos mais operacionais até executivos, as regras são basicamente as mesmas. A pessoa deve estar com roupas adequadas, que não sejam curtas, transparentes, muito brilhantes ou decotadas, no caso das mulheres. Para os homens não é legal, por exemplo, boné, bermuda e camiseta. Unhas muito compridas, pintadas com cores fortes, cabelo desarumado também não ‘pegam bem’. A pessoa precisa demonstrar cuidado com si própria para ter a mesma atitude com seu trabalho.”

A especialista conta que hoje muitos profissionais possuem graduação, bons cursos e outros idiomas no currículo. No entanto, de nada valem esses aspectos positivos se não tiver equilíbrio emocional ou não estiver inserido na cultura da empresa no qual disputa vaga. “Quando temos duas pessoas com nível técnico similar, escolhemos aquele que mostrou mais firmeza ao se apresentar, que olha no olho do entrevistador, que fala corretamente.”

Aliás, uma das queixas das firmas de recrutamento é a forma errada que os candidatos se expressam ao escrever. “Há profissionais, já bem conceituados no mercado de trabalho, inclusive, e que cometem erros grotescos no momento de fazer a redação. Isso é inadmissível”, destaca.

Nesse cenário, cada vez mais os testes comportamentais ou psicológicos tornam-se primordiais na identificação de competências. Por meio deles, é possível identificar características como comunicação, flexibilidade, espírito do trabalho em equipe, desenvolvimento interpessoal, criatividade, foco em resultados, as habilidades em negociações e a administração do tempo, por exemplo.



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