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Luiz Marinho
cobra petistas
durante encontro

Tiago Silva/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito de S.Bernardo reclama da participação pequena de filiados em encontro estadual


Rogério Santos
Do Diário do Grande ABC

23/06/2013 | 06:58


Coordenador político do PT no Grande ABC, o prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, deu uma bronca generalizada na militância petista na caravana da Macro PT ABC, realizada ontem em Santo André, reunindo os principais nomes da sigla na região.
Na abertura do encontro, que teve caráter estadual, Marinho reclamou da ausência de militantes petistas. Cerca de 180 participantes acompanharam a atividade, que tinha por objetivo traçar metas para a eleição de 2014, mas que se transformou num debate sobre as manifestações políticas pelo País.

“A plenária está pequena. Nosso partido é maior que isso e se muitos não estão aqui é que algo está acontecendo na maneira como conduzimos os trabalhos”, disse Marinho. Ele também cobrou a participação de secretários municipais das cidades da região que a sigla governa. “Todos os secretários deveriam estar aqui”, esbravejou.
Mas, apesar da cobrança do chefe do Executivo, apenas três integrantes de sua equipe de governo estavam presentes na reunião: a mulher dele e secretária de Orçamento e Planejamento Participativo, Nilza de Oliveira, o titular da Pasta de Governo, José Albino de Melo, e o assessor especial de Gabinete Raimundo Silva.

O prefeito de Mauá, Donisete Braga, estava acompanhado somente pelo chefe de Gabinete, Rômulo Fernandes. Já o chefe do Executivo de Santo André, Carlos Grana, tinha a companhia do secretário de Gabinete, Tiago Nogueira, na plenária.
A bronca de Marinho sobre os correligionários não parou por aí. Ao comentar sobre os protestos violentos realizados na noite de sexta-feira na região, com atos de vandalismo e saques em Mauá e São Bernardo, o petista disse que foi um erro coletivo a redução da tarifa da Capital na semana passada, de R$ 3,20 para R$ 3, decorrente da pressão de manifestantes sobre o prefeito, Fernando Haddad (PT).
“O certo seria fazer a correção (da tarifa) para R$ 3,40 em janeiro. Depois viria a MP (Medida Provisória) que reduziu para zero as alíquotas do PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) e a passagem poderia ser reduzida para R$ 3,20.”

CRÍTICA AO ESTADO
Girando a metralhadora, Luiz Marinho criticou também a atuação da Polícia Militar, controlada pelo governo do Estado, no combate à atuação dos baderneiros infiltrados entre os ativistas.

“Parece que o governo do Estado está gostando e deixando acontecer (a ação dos vândalos). A polícia tem permitido o vandalismo ocorrer para depois agir”, frisou.
No dia 4, Marinho, que também preside o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, se reunirá na sede do colegiado com o secretário estadual de Segurança Pública, Fernando Grella, para discutir a atuação da PM na região, na iminência de outros atos de vandalismo.

Em todas as falas de militantes petistas durante a reunião, a onda de protestos foi mencionada. O presidente estadual do PT, Edinho Silva, sugeriu a manifestação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre as mobilizações. “Em algum momento ele (Lula) vai ter que se manifestar. O povo brasileiro vai querer ouvir a voz dele.”
 



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Luiz Marinho
cobra petistas
durante encontro

Prefeito de S.Bernardo reclama da participação pequena de filiados em encontro estadual

Rogério Santos
Do Diário do Grande ABC

23/06/2013 | 06:58


Coordenador político do PT no Grande ABC, o prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, deu uma bronca generalizada na militância petista na caravana da Macro PT ABC, realizada ontem em Santo André, reunindo os principais nomes da sigla na região.
Na abertura do encontro, que teve caráter estadual, Marinho reclamou da ausência de militantes petistas. Cerca de 180 participantes acompanharam a atividade, que tinha por objetivo traçar metas para a eleição de 2014, mas que se transformou num debate sobre as manifestações políticas pelo País.

“A plenária está pequena. Nosso partido é maior que isso e se muitos não estão aqui é que algo está acontecendo na maneira como conduzimos os trabalhos”, disse Marinho. Ele também cobrou a participação de secretários municipais das cidades da região que a sigla governa. “Todos os secretários deveriam estar aqui”, esbravejou.
Mas, apesar da cobrança do chefe do Executivo, apenas três integrantes de sua equipe de governo estavam presentes na reunião: a mulher dele e secretária de Orçamento e Planejamento Participativo, Nilza de Oliveira, o titular da Pasta de Governo, José Albino de Melo, e o assessor especial de Gabinete Raimundo Silva.

O prefeito de Mauá, Donisete Braga, estava acompanhado somente pelo chefe de Gabinete, Rômulo Fernandes. Já o chefe do Executivo de Santo André, Carlos Grana, tinha a companhia do secretário de Gabinete, Tiago Nogueira, na plenária.
A bronca de Marinho sobre os correligionários não parou por aí. Ao comentar sobre os protestos violentos realizados na noite de sexta-feira na região, com atos de vandalismo e saques em Mauá e São Bernardo, o petista disse que foi um erro coletivo a redução da tarifa da Capital na semana passada, de R$ 3,20 para R$ 3, decorrente da pressão de manifestantes sobre o prefeito, Fernando Haddad (PT).
“O certo seria fazer a correção (da tarifa) para R$ 3,40 em janeiro. Depois viria a MP (Medida Provisória) que reduziu para zero as alíquotas do PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) e a passagem poderia ser reduzida para R$ 3,20.”

CRÍTICA AO ESTADO
Girando a metralhadora, Luiz Marinho criticou também a atuação da Polícia Militar, controlada pelo governo do Estado, no combate à atuação dos baderneiros infiltrados entre os ativistas.

“Parece que o governo do Estado está gostando e deixando acontecer (a ação dos vândalos). A polícia tem permitido o vandalismo ocorrer para depois agir”, frisou.
No dia 4, Marinho, que também preside o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, se reunirá na sede do colegiado com o secretário estadual de Segurança Pública, Fernando Grella, para discutir a atuação da PM na região, na iminência de outros atos de vandalismo.

Em todas as falas de militantes petistas durante a reunião, a onda de protestos foi mencionada. O presidente estadual do PT, Edinho Silva, sugeriu a manifestação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre as mobilizações. “Em algum momento ele (Lula) vai ter que se manifestar. O povo brasileiro vai querer ouvir a voz dele.”
 

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