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Treinador reclama
de ausência de
técnicos africanos

AE Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Comandante nigeriano ainda falou que objetivo é recuperar futebol dos anos 1990


Thiago Silva
Do Diário do Grande ABC

22/06/2013 | 07:04


A situação da Nigéria na Copa das Confederações é extremamente complicada. A equipe africana divide a segunda posição do Grupo B com o Uruguai, com três pontos, mas terá pela frente amanhã (16h) a Espanha, em Fortaleza, enquanto a Celeste encara o fraco Taiti, em Recife (16h). 

Porém, o técnico Stephen Keshi está mais incomodado com outro assunto. A falta de treinadores africanos na Europa. Ele evitou falar em preconceito, mas não soube explicar o motivo.

“Quantos jogadores (africanos) já jogaram na Europa e teriam facilmente um certificado de técnico, mas não podem ser técnicos por lá? Dizem para a gente voltar para a África. Qual o motivo? Não sei nada sobre preconceito. Já morei nos Estados Unidos, mas quis aceitar a experiência que ganhei jogando pela Europa para ajudar a Europa. Não quero falar mais sobre isso”, disse o técnico.

Sobre a partida de amanhã, o comandante salientou que o grande objetivo é buscar o futebol da década de 1990, quando o time encantou o planeta na Copa da Itália.

“Estamos construindo nosso futuro e temos de trabalhar juntos. Todos na mesma sintonia para trazer de volta o futebol da Nigéria de dez, 15 anos atrás. É um esforço coletivo”, frisou o treinador.



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Treinador reclama
de ausência de
técnicos africanos

Comandante nigeriano ainda falou que objetivo é recuperar futebol dos anos 1990

Thiago Silva
Do Diário do Grande ABC

22/06/2013 | 07:04


A situação da Nigéria na Copa das Confederações é extremamente complicada. A equipe africana divide a segunda posição do Grupo B com o Uruguai, com três pontos, mas terá pela frente amanhã (16h) a Espanha, em Fortaleza, enquanto a Celeste encara o fraco Taiti, em Recife (16h). 

Porém, o técnico Stephen Keshi está mais incomodado com outro assunto. A falta de treinadores africanos na Europa. Ele evitou falar em preconceito, mas não soube explicar o motivo.

“Quantos jogadores (africanos) já jogaram na Europa e teriam facilmente um certificado de técnico, mas não podem ser técnicos por lá? Dizem para a gente voltar para a África. Qual o motivo? Não sei nada sobre preconceito. Já morei nos Estados Unidos, mas quis aceitar a experiência que ganhei jogando pela Europa para ajudar a Europa. Não quero falar mais sobre isso”, disse o técnico.

Sobre a partida de amanhã, o comandante salientou que o grande objetivo é buscar o futebol da década de 1990, quando o time encantou o planeta na Copa da Itália.

“Estamos construindo nosso futuro e temos de trabalhar juntos. Todos na mesma sintonia para trazer de volta o futebol da Nigéria de dez, 15 anos atrás. É um esforço coletivo”, frisou o treinador.

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