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Polícia investiga
pet shop suspeito
de agredir cadela

Ricardo Trida/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Animal, que foi adotado em abrigo, teve lesões confirmadas por médico veterinário


Rafael Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

11/06/2013 | 07:00



A Polícia Civil do 6º DP (Baeta Neves) de São Bernardo investiga denúncia feita por uma doméstica de 43 anos, moradora do Jardim Irajá, de que sua cadela, de cerca de 11 meses, sofreu agressões e foi maltratada durante serviço de banho e tosa em pet shop no bairro Santa Terezinha.

Cosmira Brito da Silva levou o animal, da raça lhasa apso, ao estabelecimento e avisou que ele estava arisco, por isso precisava de fucinheira. Ela também se ofereceu para acompanhar a sessão. A funcionária acusada, de 38, dispensou a companhia. Enquanto a doméstica conversava com outros trabalhadores do local, ouviu o animal chorar. “Ela estava dando tapas na minha cachorrinha, machucando, além de ofendê-la com palavrões”, disse Cosmira.

Indignada, ela procurou a delegacia após o veterinário atestar que Duda, como é chamada, apresentava ferimentos compatíveis aos sofridos em agressões.

A polícia abriu inquérito e indiciou a funcionária por maus-tratos a animais. Testemunhas, após a divulgação do caso, disseram que as agressões contra cachorros são rotina no local.

Um homem, que também afirma que seu animal foi vítima da funcionária, é esperado para prestar depoimento e, assim, encaminhar o processo à Justiça. A funcionária investigada negou as acusações. 



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Polícia investiga
pet shop suspeito
de agredir cadela

Animal, que foi adotado em abrigo, teve lesões confirmadas por médico veterinário

Rafael Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

11/06/2013 | 07:00



A Polícia Civil do 6º DP (Baeta Neves) de São Bernardo investiga denúncia feita por uma doméstica de 43 anos, moradora do Jardim Irajá, de que sua cadela, de cerca de 11 meses, sofreu agressões e foi maltratada durante serviço de banho e tosa em pet shop no bairro Santa Terezinha.

Cosmira Brito da Silva levou o animal, da raça lhasa apso, ao estabelecimento e avisou que ele estava arisco, por isso precisava de fucinheira. Ela também se ofereceu para acompanhar a sessão. A funcionária acusada, de 38, dispensou a companhia. Enquanto a doméstica conversava com outros trabalhadores do local, ouviu o animal chorar. “Ela estava dando tapas na minha cachorrinha, machucando, além de ofendê-la com palavrões”, disse Cosmira.

Indignada, ela procurou a delegacia após o veterinário atestar que Duda, como é chamada, apresentava ferimentos compatíveis aos sofridos em agressões.

A polícia abriu inquérito e indiciou a funcionária por maus-tratos a animais. Testemunhas, após a divulgação do caso, disseram que as agressões contra cachorros são rotina no local.

Um homem, que também afirma que seu animal foi vítima da funcionária, é esperado para prestar depoimento e, assim, encaminhar o processo à Justiça. A funcionária investigada negou as acusações. 

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