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Emidio: PMDB ter
candidato em SP não
é tragédia para o PT

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Futuro presidente estadual petista diz que prioridade é manter partido na base aliada de Dilma


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

09/06/2013 | 07:00


Ex-prefeito de Osasco e candidato único à presidência estadual do PT, Emidio de Souza avalia que “não será uma tragédia” ver o PMDB lançar candidato próprio ao governo do Estado, desde que a legenda se mantenha no arco de alianças para o projeto de reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT).

“Nossa intenção é reproduzir ao máximo o leque de aliados da presidente na eleição em São Paulo. Mas precisamos respeitar o PMDB como um partido, que tem seus projetos. Não será uma tragédia o PMDB lançar nome próprio em São Paulo se continuar o apoio à presidente Dilma”, diz Emidio.

O trabalho mais árduo no petismo é equacionar dois pontos que, hoje, parecem distantes: manter o PMDB na base aliada nacional e impedir a candidatura presidencial do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). Há defensores da alocação de Campos na vice de Dilma, mas o PMDB já avisou que, se houver troca, haverá também o rompimento da parceria iniciada no fim do primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

No cenário estadual, o PMDB tem garantido que apostará em nome próprio para tentar impedir a reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB). O deputado federal Gabriel Chalita, o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, e o prefeito de Indaiatuba, Reinaldo Nogueira, surgem como opções na barca peemedebista.

Na ótica de Emidio, o panorama nunca esteve tão favorável ao PT ganhar a eleição no Estado, algo inédito. Ele coloca, entre os ingredientes que colaboram com o enfraquecimento do governo tucano, o ingresso do PSD na bancada governista de Dilma.

A sigla é presidida pelo ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, histórico aliado do tucanato estadual. E, também, provocou desgaste na administração Alckmin, porque Dilma escolheu o vice-governador Guilherme Afif Domingos para chefiar a Secretaria da Micro e Pequena Empresa, que tem status de ministério.

“O cenário é favorável, mas não quer dizer que será fácil. Mas temos nossas forças, principalmente exaltando os governos de Lula e Dilma no País”, acredita o futuro presidente do PT estadual, que desde o início do ano tem feito peregrinação pelo Estado para difundir sua candidatura única e pavimentar o projeto petista ao governo estadual.



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Emidio: PMDB ter
candidato em SP não
é tragédia para o PT

Futuro presidente estadual petista diz que prioridade é manter partido na base aliada de Dilma

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

09/06/2013 | 07:00


Ex-prefeito de Osasco e candidato único à presidência estadual do PT, Emidio de Souza avalia que “não será uma tragédia” ver o PMDB lançar candidato próprio ao governo do Estado, desde que a legenda se mantenha no arco de alianças para o projeto de reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT).

“Nossa intenção é reproduzir ao máximo o leque de aliados da presidente na eleição em São Paulo. Mas precisamos respeitar o PMDB como um partido, que tem seus projetos. Não será uma tragédia o PMDB lançar nome próprio em São Paulo se continuar o apoio à presidente Dilma”, diz Emidio.

O trabalho mais árduo no petismo é equacionar dois pontos que, hoje, parecem distantes: manter o PMDB na base aliada nacional e impedir a candidatura presidencial do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). Há defensores da alocação de Campos na vice de Dilma, mas o PMDB já avisou que, se houver troca, haverá também o rompimento da parceria iniciada no fim do primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

No cenário estadual, o PMDB tem garantido que apostará em nome próprio para tentar impedir a reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB). O deputado federal Gabriel Chalita, o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, e o prefeito de Indaiatuba, Reinaldo Nogueira, surgem como opções na barca peemedebista.

Na ótica de Emidio, o panorama nunca esteve tão favorável ao PT ganhar a eleição no Estado, algo inédito. Ele coloca, entre os ingredientes que colaboram com o enfraquecimento do governo tucano, o ingresso do PSD na bancada governista de Dilma.

A sigla é presidida pelo ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, histórico aliado do tucanato estadual. E, também, provocou desgaste na administração Alckmin, porque Dilma escolheu o vice-governador Guilherme Afif Domingos para chefiar a Secretaria da Micro e Pequena Empresa, que tem status de ministério.

“O cenário é favorável, mas não quer dizer que será fácil. Mas temos nossas forças, principalmente exaltando os governos de Lula e Dilma no País”, acredita o futuro presidente do PT estadual, que desde o início do ano tem feito peregrinação pelo Estado para difundir sua candidatura única e pavimentar o projeto petista ao governo estadual.

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