Verdão

A menos de uma semana para o começo do Campeonato Brasileiro da Série B, o Palmeiras ainda sofre para fechar patrocínios. O discurso dos dirigentes é por ora vago, apesar da pressão.
"Estamos negociando com algumas empresas. São valores altos, que você não fecha do dia para a noite. Queremos fechar algo até o final de 2014. Mas também podem aparecer patrocínios pontuais", disse o presidente do clube, Paulo Nobre.
Na camiseta de jogo, espaços no peito, manga e omoplata podem ser considerados vagos. O vínculo em curso com o BMG termina em junho e dificilmente será renovado.
"Não podemos abaixar muito o padrão, dar margem para a exceção. E não pode bater o desespero. Temos que estar cientes da nossa grandeza", comentou Nobre.
Procurado pela reportagem, o chefe de marketing do clube, Marcelo Giannubilo, há apenas três meses no cargo, recomendou o contato da assessoria de imprensa para tratar da questão do patrocínio, mas nada informou a respeito.
Enquanto corre atrás de dinheiro, o Palmeiras apela mais uma vez à participação do torcedor no Avanti. O programa de relacionamento do clube com os torcedores proporciona descontos na compra antecipada de ingressos e em produtos credenciados.
"O torcedor tem que acreditar no processo. E a maneira melhor da reciprocidade é via Avanti. Nós temos a responsabilidade de melhor servir. O evento de hoje [apresentação dos novos uniformes] é a consagração de diretoria, patrocinador, torcedor e ex-atletas e atletas. Aos poucos estamos resgatando o orgulho de ser palmeirense", destacou o diretor executivo do Palmeiras, José Carlos Brunoro.
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