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Ameaças de bomba alteram trabalho da CPI


Do Diário do Grande ABC

10/12/1999 | 10:41


Duas ameaças de bomba na noite desta quinta alteraram os trabalhos da CPI do Narcotráfico em Maceió. Uma pessoa ligou para o Jatiúca Resort, hotel onde estao hospedados os parlamentares, e ofereceu R$ 30 mil ao porteiro para colocar uma "caixa" no quarto do deputado Robson Tuma (PFL-SP), que está coordenando os trabalhos da CPI em Alagoas. Logo que recebeu a denúncia, por volta da meia-noite, o porteiro chamou a polícia.

A Polícia Federal iniciou imediatamente uma varredura no andar onde estao os apartamentos dos parlamentares. Antes disso, a CPI, que ainda estava colhendo depoimentos no prédio da Procuradoria de Justiça, recebeu a informaçao de que tinha sido colocada uma bomba no auditório. A Polícia Federal fez varredura durante toda a noite no auditório, onde continuam os trabalhos nesta sexta. A onda de ameaças em Alagoas começou a partir do momento em que a CPI recebeu informaçoes de que o legista Badan Palhares recebeu R$ 400 mil para forjar o laudo da morte de Paulo César Farias e da suposta trama armada pelo deputado Augusto Farias (PPB-AL) para tentar matar o legista Georges Sanguinetti.



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Ameaças de bomba alteram trabalho da CPI

Do Diário do Grande ABC

10/12/1999 | 10:41


Duas ameaças de bomba na noite desta quinta alteraram os trabalhos da CPI do Narcotráfico em Maceió. Uma pessoa ligou para o Jatiúca Resort, hotel onde estao hospedados os parlamentares, e ofereceu R$ 30 mil ao porteiro para colocar uma "caixa" no quarto do deputado Robson Tuma (PFL-SP), que está coordenando os trabalhos da CPI em Alagoas. Logo que recebeu a denúncia, por volta da meia-noite, o porteiro chamou a polícia.

A Polícia Federal iniciou imediatamente uma varredura no andar onde estao os apartamentos dos parlamentares. Antes disso, a CPI, que ainda estava colhendo depoimentos no prédio da Procuradoria de Justiça, recebeu a informaçao de que tinha sido colocada uma bomba no auditório. A Polícia Federal fez varredura durante toda a noite no auditório, onde continuam os trabalhos nesta sexta. A onda de ameaças em Alagoas começou a partir do momento em que a CPI recebeu informaçoes de que o legista Badan Palhares recebeu R$ 400 mil para forjar o laudo da morte de Paulo César Farias e da suposta trama armada pelo deputado Augusto Farias (PPB-AL) para tentar matar o legista Georges Sanguinetti.

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