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Brasileiro é condenado a 326 anos de prisão por estupros na Espanha


Da AFP

22/06/2006 | 16:24


Um tribunal de Madri, na Espanha, condenou nesta quinta-feira a 326 anos de prisão um brasileiro que cometeu 17 estupros e duas tentativas de estupro entre 2000 e 2003.

Juvenilson Dias da Silva também foi declarado culpado de oito acusações de roubo com violência e intimidação, e de cinco crimes de lesão. Durante o processo, ele disse que estava profundamente arrependido e que aceitava a pena máxima.

Conhecido como "O estuprador de Pozuelo", Juvenilson também foi condenado a pagar uma indenização de 615 mil euros para as vítimas. Sua forma de agir era sempre a mesma: abordava as mulheres na rua, ameaçava-as com uma faca e as levava para um parque, onde as obrigava a tirar a roupa e as estuprava.

Na Espanha, onde não existe prisão perpétua, a pena máxima é de 30 anos. As penas se acumulam segundo o número de infrações.

Muitas mulheres agredidas por ele pediram ao tribunal para não acompanhar o julgamento, que durou 17 dias. Elas chegaram a depor com a identidade protegida, sem serem vistas pelo brasileiro.

 


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Brasileiro é condenado a 326 anos de prisão por estupros na Espanha

Da AFP

22/06/2006 | 16:24


Um tribunal de Madri, na Espanha, condenou nesta quinta-feira a 326 anos de prisão um brasileiro que cometeu 17 estupros e duas tentativas de estupro entre 2000 e 2003.

Juvenilson Dias da Silva também foi declarado culpado de oito acusações de roubo com violência e intimidação, e de cinco crimes de lesão. Durante o processo, ele disse que estava profundamente arrependido e que aceitava a pena máxima.

Conhecido como "O estuprador de Pozuelo", Juvenilson também foi condenado a pagar uma indenização de 615 mil euros para as vítimas. Sua forma de agir era sempre a mesma: abordava as mulheres na rua, ameaçava-as com uma faca e as levava para um parque, onde as obrigava a tirar a roupa e as estuprava.

Na Espanha, onde não existe prisão perpétua, a pena máxima é de 30 anos. As penas se acumulam segundo o número de infrações.

Muitas mulheres agredidas por ele pediram ao tribunal para não acompanhar o julgamento, que durou 17 dias. Elas chegaram a depor com a identidade protegida, sem serem vistas pelo brasileiro.

 

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