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De verdade, o Paulistão começa a partir de agora. Os oito classificados, entre eles, principalmente os grandes, vão disputar os jogos decisivos


Especial para o Diário

19/04/2011 | 00:00


De verdade, o Paulistão começa a partir de agora. Os oito classificados, entre eles, principalmente os grandes, vão disputar os jogos decisivos.

Pena que o calendário não permitirá uma justa disputa, com pelo menos confrontos de ida e volta. Por isso, os técnicos melhores classificados estão reclamando que a vantagem de jogar em casa será muito pequena.

Agora um simples empate leva a decisão para os pênaltis. E todos sabem que aí vira loteria.

Quanto aos quatro jogos o favoritismo continua sendo dos grandes.

PAULISTÃO-2012

A Globo quer mais mata-mata. O exemplo do Rio de Janeiro agrada a emissora. Lá, duas taças são disputadas por equipes que são divididas em dois grupos. Aqui, a primeira fase poderia se chamar Copa Estado de São Paulo. O campeão, depois de um quadrangular, ganha direito automaticamente de jogar duas partidas finais.

Na segunda fase outra disputa. Os clubes continuam só jogando dentro do próprio grupo, o que diminui o número de partidas. O vencedor do novo quadrangular ganharia a Copa Governador do Estado (suposto nome). E teria direito a disputar as partidas finais com o vencedor da primeira fase.

Se o campeão dos dois turnos for o mesmo clube, não haveria a fase final.

ASSUNTO PESSOAL

Depois de muitos anos assisti a um jogo do Comercial. Como no sábado não havia rodada da Série A-1 do Campeonato Paulista, não tive trabalho na Transamérica. Assim, fui a Campinas apoiar o Bafo contra o Bugre.

Fiquei na arquibancada ao lado de muita gente de Ribeirão Preto que foi prestigiar nosso time. Gente, também, que mora em Campinas e região.

O empate em 3 a 3 teve sabor de derrota. Jogamos mais do que o adversário e o juiz não marcou a nosso favor um pênalti claro quando estava 3 a 2 para o Bafo.

Estranhei o meu próprio comportamento. Gritei, vibrei, sofri e me transformei no torcedor comum. Coisa que não estou mais acostumado a fazer nem com a Seleção.

Sem nenhuma demagogia, nos últimos anos perdi a emoção do torcedor. Passei a encarar o futebol com a frieza e o profissionalismo de todos os que estão nele envolvidos.

No sábado, foi possível perceber que com o Comercial a coisa é diferente. E o coração falou mais alto. Aí entendi o paixão do torcedor, além de outras razões que a própria razão desconhece.

Márcio Bernardes é âncora da rede Transamérica de Rádio e professor universitário. www.marciobernardes.com.br



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