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Jerusalém: colonos fazem manifestação contra plano de Sharon


Da AFP

12/09/2004 | 15:52


Dezenas de milhares de colonos participaram de manifestação na noite deste domingo no centro de Jerusalém para denunciar o plano de retirada da Faixa de Gaza, um projeto do primeiro-ministro Ariel Sharon.

Uma faixa estendida numa estrada proclama que a "separação vai dividir o povo". Muitos foram rezar no Muro das Lamentações na cidade velha de Jerusalém antes de se somar o cortejo.

De acordo com o plano Sharon, as forças israelenses devem abandonar até setembro de 2005 a Faixa de Gaza, após o desmantelamento de 21 colônias nesse território e ter retirado os 8 mil habitantes desses locais. Um plano idêntico será executado também em quatro pequenas colônias judias isoladas no norte da Cisjordânia.

Um dos chefes dos colonos, o deputado Zwi Hendel, do partido de extrema-direita União Nacional, propôs a realização de um referendo nacional "para evitar que o Exército se divida". Segundo ele, "Sharon pode expor o país a uma guerra civil".

Vários militantes do Partido Nacional Religioso exigem também a convocação de um referendo sobre o plano Sharon. O comitê central deste grupo político vai se reunir na segunda-feira para discutir este tema, num momento em que surgem dúvidas sobre a sua participação no governo israelense.



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Jerusalém: colonos fazem manifestação contra plano de Sharon

Da AFP

12/09/2004 | 15:52


Dezenas de milhares de colonos participaram de manifestação na noite deste domingo no centro de Jerusalém para denunciar o plano de retirada da Faixa de Gaza, um projeto do primeiro-ministro Ariel Sharon.

Uma faixa estendida numa estrada proclama que a "separação vai dividir o povo". Muitos foram rezar no Muro das Lamentações na cidade velha de Jerusalém antes de se somar o cortejo.

De acordo com o plano Sharon, as forças israelenses devem abandonar até setembro de 2005 a Faixa de Gaza, após o desmantelamento de 21 colônias nesse território e ter retirado os 8 mil habitantes desses locais. Um plano idêntico será executado também em quatro pequenas colônias judias isoladas no norte da Cisjordânia.

Um dos chefes dos colonos, o deputado Zwi Hendel, do partido de extrema-direita União Nacional, propôs a realização de um referendo nacional "para evitar que o Exército se divida". Segundo ele, "Sharon pode expor o país a uma guerra civil".

Vários militantes do Partido Nacional Religioso exigem também a convocação de um referendo sobre o plano Sharon. O comitê central deste grupo político vai se reunir na segunda-feira para discutir este tema, num momento em que surgem dúvidas sobre a sua participação no governo israelense.

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