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Consumo das famílias deve puxar o nível de atividade



29/07/2006 | 00:02


Os investimentos, que foram a principal influência positiva nos resultados do PIB no primeiro trimestre, serão substituídos pela força do consumo das famílias no segundo trimestre. Especialistas avaliam que o aumento da renda, o reajuste do salário mínimo e a oferta do crédito vão garantir maior intensidade no crescimento do consumo das famílias, que responde por cerca de 55% do cálculo do PIB pela demanda (que inclui também importações, exportações e consumo do governo).

Para Estevão Kopschitz, economista do Ipea , as projeções apontam para um aumento de 4,4% no consumo das famílias no segundo trimestre em relação a igual período do ano passado, ante 4% apurados nessa base de comparação no primeiro trimestre.

Marcela Prada, analista da Tendências Consultoria, também acredita no consumo das famílias como impulso para o PIB no segundo trimestre. "A expectativa é de crescimento da demanda interna, com a renda em alta e o crédito em expansão." A Tendências também estima um crescimento de 1,4% no PIB do segundo trimestre em relação ao primeiro trimestre. Na visão do economista do Ibmec Carlos Thadeu de Freitas, o consumo das famílias terá forte influência, mas "o chamado choque de renda vai se esgotar aí".



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