Fechar
Publicidade

Quarta-Feira, 20 de Outubro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Cultura & Lazer

cultura@dgabc.com.br | 4435-8364

Linda Vilania


Márcio Maio
da TV Press

11/03/2007 | 19:30


De índia sensual a loura oportunista. É com essa sensação que Amandha Lee, 27 anos, encerra sua participação em Bicho do Mato, prevista para terminar nesta semana. A atriz, que ficou marcada na TV ao dar vida à índia Luzia de A Casa das Sete Mulheres, interpreta a vilã Betinha e acredita que conseguiu explorar um faceta de seu talento que a televisão ainda não havia descoberto. Ao longo de sete meses de novela, Amandha transformou a simplória suburbana que tentava arrumar um marido rico, em uma das grandes malvadas do folhetim de Cristianne Fridman e Bosco Brasil. “Fiquei impressionada com a repercussão. Transformamos uma personagem que tinha tudo para se regenerar em um poço de maldade”, diz a atriz.

O resultado, pelo visto, também agradou a emissora. Tanto que a atriz já renovou o contrato com a Record por mais três anos. Até aceitar o convite para entrar em Bicho do Mato, seu maior plano era se mudar para a Inglaterra. Tudo por conta de um curso de Cinema e da vontade de aperfeiçoar seu inglês. “Já estava tudo pago, mas desisti. Senti de cara que a Betinha poderia ser importante na minha carreira”, explica a moça.

A estréia na TV aconteceu há cinco anos, na novela Coração de Estudante, e já foi com o pé direito. A idéia inicial era que a atriz fizesse apenas uma participação em dois capítulos, mas o autor resolveu mudar isso. De uma hora para outra, a menina ganhou de presente um papel fixo na história. No ano seguinte, Amandha garantiu sua presença na minissérie A Casa das Sete Mulheres. “Não tenho preferência por um papel específico, mas esse foi especial”, conta. Mesmo com três novelas e duas minisséries no currículo, o personagem que Amandha se lembra com mais empolgação em sua trajetória ficou no ar por apenas um dia. Foi em um dos episódios da série Carga Pesada, que protagonizou ao lado de Antônio Fagundes. “Aprendi muito nessas gravações. Senti uma mudança no meu trabalho ali”, lembra.

Amandha Lee não tem dúvidas de que é mais gostoso viver uma vilã a ganhar o posto de mocinha da história. “O bacana do vilão é que você age e reage. Não fica imparcial”, afirma.

Mesmo empolgada com a sinopse da novela, Amandha não acertou sua participação sem conferir o trabalho da emissora. Na época, ela assistiu alguns capítulos de Prova de Amor, até porque alguns de seus amigos estavam no elenco. A impressão foi boa, mas não foi só isso que contou na decisão. “A Record investe em histórias fortes, como Vidas Opostas, e em cenários chamativos, como o Rio e o Pantanal. Eu gosto disso”.

Perto do final, Amandha ainda não sabe qual vai ser o destino de Betinha. Ela torce para um final fora dos padrões. “Queria que ela ficasse milionária, fazendo o marido de gato e sapato”, opina, referindo-se a Tavinho, personagem de Márcio Kieling.


Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.


Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;