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Doze fuzileiros navais dos EUA são mortos no Iraque


Do Diário OnLine
Com AFP

07/04/2004 | 00:21


Pelo menos 12 fuzileiros navais americanos foram mortos e outros 24 ficaram feridos, nesta terça-feira, em combates com a resistência iraquiana em Ar Ramadi, a oeste de Bagdá. De acordo com um funcionário do Pentágono, "há uma grande suspeita" de que o ataque foi realizado por seguidores do líder radical xiita Moqtada Sard, cuja milícia, conhecida como Exército Mehdi, vem combatendo as forças da coalizão desde o final de semana.

O mesmo funcionário do Pentágono, que pediu para não ser identificado, relatou que os fuzileiros estavam no Palácio do Governo em Ar Ramadi quando foram atacados por cerca de 70 rebeldes "bem treinados". Esses rebeldes estavam munidos com granadas, foguetes e armas automáticas.

A cidade de Ar Ramadi está localizada no triângulo sunita, um reduto de resistência contra as forças militares estrangeiras. Também está localizada a 32 quilômetros a oeste de Fallujah, onde quatro civis americanos contratados para serviços terceirizados foram assassinados em uma emboscada na semana passada. Seus corpos, mutilados, foram exibidos pela população iraquiana, chocando os Estados Unidos.

A escalada de violência que atinge o Iraque teve início no final de semana, a mando do líder xiita Moqtada Sard. No domingo, ele convocou seus partidários a "aterrorizar os inimigos" e, desde então, pelo menos 19 soldados americanos foram mortos em combates contra as forças insurgentes.

Apesar do massacre, o jornal USA Today noticiou nesta terça-feira que o Pentágono pode atrasar o retorno aos Estados Unidos dos soldados que atuam no Iraque, contrariando o plano de reduzir drasticamente as tropas no país. No início da guerra contra o ex-ditador Saddam Hussein, em 20 de março de 2003, líderes militares deram garantias aos soldados e familiares que o combate não duraria mais de um ano. No entanto, a situação de guerra civil no país impede o retorno imediato dos oficiais.



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