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Caso Athirson pode ajudar na defesa de Lopes


Da Redaçao
Com agências

02/11/2000 | 00:11


  O advogado contratado pelo Palmeiras, José Mauro Couto, nao admite, mas poderá usar o precedente aberto no caso do lateral Athirson, do Flamengo (absolvido da acusaçao de doping), para tentar provar que o meia Lopes nao estava sob efeito da cocaína durante a partida contra o Atlético-MG no último dia 14. O exame feito pelo palmeirense após o jogo acusou o uso da droga.

A linha de defesa ainda nao está totalmente definida, pois, além de nao ter estudado o processo, Couto também nao conversou com o jogador e os médicos do clube.

Conforme o advogado, por ser uma droga psicotrópica, os efeitos da cocaína tanto podem estimular, como acalmar. Os efeitos têm duraçao de aproximadamente 12 horas. Ainda segundo Couto, os resquícios encontrados na urina do atleta já estavam metabolizados pelo organismo, caracterizando que o possível consumo nao havia sido feito na hora da partida. O Palmeiras também tentará reduzir uma eventual pena ao jogador, que pode chegar a 360 dias.



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