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Ficou só no almoço

Petistas do Grande ABC seguem na dura batalha de convencer o suplente de deputado federal Vanderlei


Do Diário do Grande ABC

23/08/2011 | 00:00


Petistas do Grande ABC seguem na dura batalha de convencer o suplente de deputado federal Vanderlei Siraque (PT) a desistir de disputar o comando do Paço de Santo André, no ano que vem, e abrir caminho para o deputado Carlos Grana (PT). A maior parte não admite publicamente a empreitada e prefere adotar o tom da ‘busca pelo consenso'. Quem tentou ontem mediar esse acordo entre os dois, durante almoço, foi o deputado federal Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (PT-São Bernardo). Depois de pratos limpos, nenhuma decisão sobre quem terá seu nome na urna eletrônica. Siraque deixa claro que não está disposto a abrir mão da pré-candidatura sem alguma contrapartida, mesmo após o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter falado publicamente de sua predileção por Grana. O que todos falam na legenda é que falta pouco para a declaração oficial de apoio de Siraque ao deputado estadual. Mas o curioso é que Vicentinho poderia fazer mais do que reunião em restaurante para acabar com essa disputa. Restaria apoiar a ida de Aldo Rebelo (PCdoB) para o Tribunal de Contas da União, o que daria a vaga em Brasília para Siraque. Só que a bancada petista prefere no TCU o deputado federal Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA). Vai entender o PT, hein...

Homenagem antecipada - Enquanto o deputado estadual Alex Manente (PPS-São Bernardo) tenta convencer o prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), dar o nome do pai do parlamentar, o ex-vereador Otávio Manente (PPS) - que morreu em abril -, a prédio público da cidade, na Assembleia já há proposta. O colega de bancada de Alex, Luiz Carlos Gondim, apresentou projeto para denominar arquiteto Otávio Manente Júnior o Conjunto Habitacional da CDHU no bairro DER. Mesmo com a justa homenagem, seria interessante que partisse do município a primeira ação prática para garantir o nome em algum espaço da cidade, não é?

Meias palavras - A revelação do Diário de que o secretário de Obras de Santo André, Alberto Rodrigues Casalinho, teria obrigado GCMs a cancelar ocorrência de assalto nebuloso no estacionamento da secretaria, onde foram levados R$ 70 mil que estavam em um automóvel, causou rebuliço ontem no Paço. Tanto é que o secretário solicitou ao governo a divulgação de nota oficial, em que diz que "prestará todos os esclarecimentos necessários ao Ministério Público, caso seja notificado oficialmente." Ao contrário do que de fato ocorre, Casalinho diz no texto que se manifestou sobre o tema sempre que procurado pela imprensa. Também fala que há "tentativa de politizar o caso". O espaço está garantido, secretário, mas só uma dúvida: por que nenhuma palavra sobre a transferência dos GCMs que estavam na sede da secretaria no dia do assalto?



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