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Construtoras da região apostam na baixa renda


Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

30/08/2009 | 07:00


Depois de lançar imóveis de alto padrão, cujo metro quadrado chega a R$ 3.500 a área privativa, as construtoras da região, a fim de atender a demanda e se enquadrar nas normas do programa "Minha Casa, Minha Vida", lançam empreendimentos para a população de renda mais baixa.

"Chegou a hora de atendermos as classes C e D, temos crédito, demanda e o desemprego caiu. O restante do mercado está abastecido", admite Rosana Carnevalli, proprietária da construtora de São Caetano que leva seu sobrenome.

A empresária lançou um empreendimento de um dormitório na cidade e prevê o lançamento de outro com dois dormitórios. "Em Mauá vamos lançar um condomínio horizontal, também com dois dormitórios por unidade. O custo com mão de obra é semelhante aos imóveis de alto padrão, porém o valor agregado ao imóvel de até dois quartos é menor, portanto, acessível a maior parte dos bolsos."

A construtora Rossi vai lançar um empreendimento de dois e três dormitórios em Santo André, e um em São Bernardo, com dois aposentos - ambos já estão nas prefeituras das cidades e se encaixam no programa habitacional federal. "Apostamos nesse nicho de mercado, afinal, a região, assim como todo o Estado, estão abastecidos de imóveis de alto padrão, que também continuam vendendo", afirma Marcelo Dadian, diretor da regional São Paulo da Rossi.

A construtora MBigucci lançou dois empreendimentos em São Bernardo, ambos com dois e três dormitórios. "Imóveis com quatro quartos vão demorar um pouco para se recompor, já que atingem uma fatia pequena da população", explica Milton Bigucci, proprietário da companhia.

Segundo o delegado do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) regional, Alvarino Lemes, no que diz respeito a procura de imóveis para alugar, as pessoas têm preferência por casas ou apartamentos com dois dormitórios. "A prestação é mais em conta, uma média de R$ 700 mensais."



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