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Mergulhadores recuperam corpos de italianos mortos em caverna subaquática nas Maldivas

Segundo o Ministério das Relações Exteriores da Itália, os cinco exploravam a caverna a cerca de 50 metros de profundidade, acima do limite permitido para mergulho recreativo

19/05/2026 | 11:10
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FOTO: DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Mergulhadores recuperaram nesta terça-feira, 19, dois dos quatro corpos de italianos que morreram dentro de uma caverna subaquática nas Maldivas, informou o governo do país. As vítimas desapareceram na quinta-feira passada, dia 14, durante uma exploração no Atol de Vaavu, no Oceano Índico.

A confirmação foi feita pelo porta-voz presidencial Mohamed Hussain Shareef. Segundo as autoridades, os corpos estavam a cerca de 60 metros de profundidade, em uma das áreas mais internas do sistema de cavernas. Outros dois corpos devem ser retirados do local na quarta-feira, 20.

As buscas tinham sido retomadas na segunda-feira, 18, depois de serem interrompidas devido a morte de um mergulhador militar durante uma missão para localizar os desaparecidos considerada de alto risco.

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De acordo com o porta-voz do governo Ahmed Shaam, os quatro corpos foram encontrados "praticamente juntos", no terceiro segmento da caverna, descrito como a parte mais profunda e extensa da estrutura submersa.

A operação é conduzida por três mergulhadores finlandeses especializados em resgates técnicos e cavernas, enviados pela Divers Alert Network Europe. Segundo a entidade, a equipe possui experiência em missões internacionais de busca em ambientes profundos, confinados e de alto risco.

Os profissionais utilizam equipamentos avançados, como rebreathers de circuito fechado, sistema que recicla o ar expirado e remove o dióxido de carbono, permitindo mergulhos mais longos em grandes profundidades.

Um quinto italiano, instrutor de mergulho, teve o corpo encontrado ainda na quinta-feira, fora da caverna, no mesmo dia em que o grupo foi dado como desaparecido.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores da Itália, os cinco exploravam a caverna a cerca de 50 metros de profundidade, acima do limite permitido para mergulho recreativo nas Maldivas, que é de 30 metros. Fonte: Associated Press




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