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Discurso de Luxemburgo alerta líder


Das Agências

03/11/2006 | 22:06


Os jogadores do São Paulo garantem que não vão cair na conversa de Vanderlei Luxemburgo. Apesar do discurso do técnico do Santos de que o único objetivo de seu time, agora, é brigar por uma vaga na Copa Libertadores, os são-paulinos estarão mais alertas do que nunca no clássico contra o rival santista, amanhã, na Vila Belmiro.


“Isso é papo furado, quem joga no Santos nunca vai só cumprir tabela”, afirma o atacante Leandro. “Conheço bem o Luxemburgo. Ele diz essas coisas para abalar os adversários, mas não vamos cair nessa”, assegura o jogador, que trabalhou com o técnico no Corinthians. “Vamos para vencer, será um jogo difícil para os dois times.”


O confronto de amanhã ganhou importância ainda maior para o São Paulo depois do empate com a Ponte Preta, por 1 a 1, e a vitória do Internacional sobre o Botafogo, por 1 a 0, ambos na quinta-feira, resultados que diminuíram de sete para cinco pontos – 64 a 59 pontos – a vantagem sobre o time gaúcho. Mesmo assim, os são-paulinos juram que não se abalaram.


“Já esquecemos a Ponte Preta. Daqui para frente temos de fazer nossa parte, buscar o resultado na Vila Belmiro e continuar tranqüilos na liderança do campeonato”, comentou Leandro. “Sabíamos que enfrentar a Ponte não seria fácil, por isso o resultado não desmotivou o elenco”, disse o lateral-direito Ilsinho.


O que preocupa os jogadores são os desfalques do meia Souza e do centroavante Aloísio, suspensos pelo terceiro

cartão amarelo. A dupla desempenha funções táticas fundamentais no esquema do técnico Muricy Ramalho.


“O Souza é quem estava armando mais as opções pelo meio e chegando muito bem ao ataque”, observou Ilsinho. “O Aloísio estava jogando bem no ataque e preocupa muito os adversários quando entra na área”, disse Leandro.


Os dois jogadores são muito elogiados pelo próprio Muricy, para quem Souza vem desequilibrando nas bolas paradas – de suas cobranças de escanteios e faltas saíram vários gols nas últimas rodadas – e Aloísio é a maior referência para o ataque do time. “O Aloísio é nosso principal atacante”, disse o treinador.


Para escalar o time, Muricy deve voltar a utilizar o esquema com três zagueiros – Fabão, Miranda e André Dias –, o que liberaria os jogadores do meio-campo, que seria formado por Mineiro e Josué – que não enfrentaram a Ponte Preta –, além de Danilo.


Para o lugar de Aloísio, Thiago e Edgar lutam pela vaga. O primeiro tem a vantagem de estar com mais ritmo, mas as características do segundo se assemelham mais às de Aloísio.


“Estou treinando forte e pronto para entrar”, disse Edgar, de 19 anos, que só atuou uma vez no Brasileiro: no 0 a 0 com o Atlético-PR, na Arena, em Curitiba.

Público – Ainda não foi na quinta-feira que o São Paulo bateu o recorde de público na temporada nacional. Faltaram pouco mais de mil torcedores para quebrar o recorde do Atlético-MG – 57.851 contra o Avaí-SC, pela Série B. Contra a Ponte Preta, o São Paulo levou 56.677 torcedores. Haverá mais três oportunidades para que a marca atleticana seja superada: quinta-feira diante do Botafogo-RJ, dia 19 contra o Atlético-PR e, uma semana depois, diante do Cruzeiro.


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Discurso de Luxemburgo alerta líder

Das Agências

03/11/2006 | 22:06


Os jogadores do São Paulo garantem que não vão cair na conversa de Vanderlei Luxemburgo. Apesar do discurso do técnico do Santos de que o único objetivo de seu time, agora, é brigar por uma vaga na Copa Libertadores, os são-paulinos estarão mais alertas do que nunca no clássico contra o rival santista, amanhã, na Vila Belmiro.


“Isso é papo furado, quem joga no Santos nunca vai só cumprir tabela”, afirma o atacante Leandro. “Conheço bem o Luxemburgo. Ele diz essas coisas para abalar os adversários, mas não vamos cair nessa”, assegura o jogador, que trabalhou com o técnico no Corinthians. “Vamos para vencer, será um jogo difícil para os dois times.”


O confronto de amanhã ganhou importância ainda maior para o São Paulo depois do empate com a Ponte Preta, por 1 a 1, e a vitória do Internacional sobre o Botafogo, por 1 a 0, ambos na quinta-feira, resultados que diminuíram de sete para cinco pontos – 64 a 59 pontos – a vantagem sobre o time gaúcho. Mesmo assim, os são-paulinos juram que não se abalaram.


“Já esquecemos a Ponte Preta. Daqui para frente temos de fazer nossa parte, buscar o resultado na Vila Belmiro e continuar tranqüilos na liderança do campeonato”, comentou Leandro. “Sabíamos que enfrentar a Ponte não seria fácil, por isso o resultado não desmotivou o elenco”, disse o lateral-direito Ilsinho.


O que preocupa os jogadores são os desfalques do meia Souza e do centroavante Aloísio, suspensos pelo terceiro

cartão amarelo. A dupla desempenha funções táticas fundamentais no esquema do técnico Muricy Ramalho.


“O Souza é quem estava armando mais as opções pelo meio e chegando muito bem ao ataque”, observou Ilsinho. “O Aloísio estava jogando bem no ataque e preocupa muito os adversários quando entra na área”, disse Leandro.


Os dois jogadores são muito elogiados pelo próprio Muricy, para quem Souza vem desequilibrando nas bolas paradas – de suas cobranças de escanteios e faltas saíram vários gols nas últimas rodadas – e Aloísio é a maior referência para o ataque do time. “O Aloísio é nosso principal atacante”, disse o treinador.


Para escalar o time, Muricy deve voltar a utilizar o esquema com três zagueiros – Fabão, Miranda e André Dias –, o que liberaria os jogadores do meio-campo, que seria formado por Mineiro e Josué – que não enfrentaram a Ponte Preta –, além de Danilo.


Para o lugar de Aloísio, Thiago e Edgar lutam pela vaga. O primeiro tem a vantagem de estar com mais ritmo, mas as características do segundo se assemelham mais às de Aloísio.


“Estou treinando forte e pronto para entrar”, disse Edgar, de 19 anos, que só atuou uma vez no Brasileiro: no 0 a 0 com o Atlético-PR, na Arena, em Curitiba.

Público – Ainda não foi na quinta-feira que o São Paulo bateu o recorde de público na temporada nacional. Faltaram pouco mais de mil torcedores para quebrar o recorde do Atlético-MG – 57.851 contra o Avaí-SC, pela Série B. Contra a Ponte Preta, o São Paulo levou 56.677 torcedores. Haverá mais três oportunidades para que a marca atleticana seja superada: quinta-feira diante do Botafogo-RJ, dia 19 contra o Atlético-PR e, uma semana depois, diante do Cruzeiro.

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