
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta quarta-feira, 8, em participação de audiência na CPI do Crime Organizado, que remover o ex-diretor Paulo Souza e o ex-chefe de departamento Belline Santana da fiscalização do Banco Master poderia ter sido visto como ação política. Por isso, detalhou, houve a decisão por criar um grupo apartado de análise e, conforme a investigação avançou, ocorreu o afastamento dos servidores.
Galípolo ponderou que em um momento inicial foi considerada, inclusive, a hipótese de a divergência quanto aos balanços ser uma questão técnica.
Ainda sobre esse tema também observou que cabe à Justiça dizer se efetivamente se "as vantagens indevidas influenciaram na atitude deles".
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