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Acusado de ser mentor da morte de Dorothy Stang continuará preso


Do Diario OnLine

11/07/2006 | 12:11


O STF (Supremo Tribunal Federal) negou o pedido de soltura do fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, acusado de ser um dos mandantes do assassinato da missionária Dorothy Stang, ocorrido em fevereiro de 2005, em Anapu (PA). Ele pretendia obter o mesmo benefício concedido a Regivaldo Pereira Galvão, também acusado de envolvimento no crime.

Os advogados de Bida alegaram que o também fazendeiro Regivaldo é "co-réu" no crime, e por isso os dois deveriam ter o mesmo tratamento no STF.

A presidente do Supremo, ministra Ellen Gracie, observou que não consta nos autos a cópia do decreto de prisão preventiva de Vitalmiro. Segundo ela, a extensão de benefícios de um co-réu para outro só pode ocorrer se houver equivalência das circunstâncias que envolveram a decretação da prisão preventiva.

Ellen Gracie também destacou que a defesa de Bida não apontou sua situação processual, nem os fundamentos do decreto prisional. De acordo com a ministra, esse fato impede a análise comparativa entre as razões Bida e Regivaldo.



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