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Assassino de Rabin tem sua primeira visita conjugal em 11 anos


Da AFP

24/10/2006 | 11:40


O assassino do primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin, Yigal Amir, 36 anos, condenado à prisão perpétua, teve nesta terça-feira sua primeira visita conjugal em 11 anos.

Amir pode ficar a sós com sua esposa Larissa Trimboler, 42 anos, durante todo o dia em um quarto especialmente preparado para encontros de casais dentro da prisão.

É a primeira vez que o assassino de Yitzhak Rabin não é submetido a uma vigilância permanente através de um sistema de vídeo. A decisão de permitir que ele conceba um filho foi tomada em função de uma recomendação do Shin Beth (serviços de segurança interna), que considerou que uma visita conjugal já não representava "um perigo para a segurança do Estado".

As autoridades temiam anteriormente que Amir aproveitasse essa oportunidade para transmitir mensagens a seus simpatizantes fora da prisão.

Amir pedia há dois anos e meio a possibilidade de conceber um filho com a esposa, uma divorciada e mãe de quatro filhos, com quem se casou em 2004. Em março tentou inutilmente entregar à Larissa uma bolsa de plástico com seu esperma para que ela pudesse se submeter a uma inseminação artificial.

Em junho a Suprema Corte de Israel aceitou seu pedido, mas sem fixar as modalidades de concepção.

Amir matou Rabin em novembro de 1995 para boicotar o processo de paz no Oriente Médio.



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Assassino de Rabin tem sua primeira visita conjugal em 11 anos

Da AFP

24/10/2006 | 11:40


O assassino do primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin, Yigal Amir, 36 anos, condenado à prisão perpétua, teve nesta terça-feira sua primeira visita conjugal em 11 anos.

Amir pode ficar a sós com sua esposa Larissa Trimboler, 42 anos, durante todo o dia em um quarto especialmente preparado para encontros de casais dentro da prisão.

É a primeira vez que o assassino de Yitzhak Rabin não é submetido a uma vigilância permanente através de um sistema de vídeo. A decisão de permitir que ele conceba um filho foi tomada em função de uma recomendação do Shin Beth (serviços de segurança interna), que considerou que uma visita conjugal já não representava "um perigo para a segurança do Estado".

As autoridades temiam anteriormente que Amir aproveitasse essa oportunidade para transmitir mensagens a seus simpatizantes fora da prisão.

Amir pedia há dois anos e meio a possibilidade de conceber um filho com a esposa, uma divorciada e mãe de quatro filhos, com quem se casou em 2004. Em março tentou inutilmente entregar à Larissa uma bolsa de plástico com seu esperma para que ela pudesse se submeter a uma inseminação artificial.

Em junho a Suprema Corte de Israel aceitou seu pedido, mas sem fixar as modalidades de concepção.

Amir matou Rabin em novembro de 1995 para boicotar o processo de paz no Oriente Médio.

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